1 de nov. de 2017

Educação no trânsito vai entrar no currículo das escolas

Educação no trânsito vai entrar no currículo das escolas

Crédito da foto Para Programa inédito vira disciplina em escolas de Curitiba (foto: Detran-PR)

O Ministério das Cidades entrega ao Ministério da Educação, hoje, material completo de educação para o trânsito que, além da abordagem pedagógica, traz volumes de material didático destinados a cada uma das séries do ensino fundamental. O material poderá ser usado por estados e municípios na educação para o trânsito.
A ação visa o cumprimento das obrigações estabelecidas em todo o Capítulo VI – Da Educação para o Trânsito, com ênfase no disposto no artigo 76, que estabelece a exigência de promoção da educação para o trânsito em todos os níveis de ensino.
Em outra iniciativa inédita, ontem o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) lançou o projeto “Jovem do Trânsito”, em Curitiba. A iniciativa piloto tem como objetivo trabalhar o tema trânsito de forma interdisciplinar com alunos do ensino médio de escolas estaduais. São parceiros do Detran, a Secretaria de Estado da Educação (SEED) e a Polícia Militar do Paraná (PM).
“Muitos desses jovens serão os futuros condutores, por isso, o projeto “Jovem do Trânsito” funciona como uma antecipação sobre uma visão crítica daquilo que é o trânsito.
Vamos abordar temas com os quais eles irão conviver quando passarem pelo processo de 1º habilitação, como legislação, direção defensiva, noções de primeiros socorros, proteção e respeito ao meio ambiente e convívio social”, explica o diretor-geral, Marcos Traad.

Três colégios estaduais participam do projeto piloto na Capital
A primeira fase do Programa Jovem no Trânsito ocorre em Curitiba no Colégio Estadual Bom Pastor, Colégio Estadual Homero Baptista de Barros e Colégio da Polícia Militar. “A ideia é que o projeto venha minimizar os problemas atuais que enfrentamos no trânsito. Por meio dessa iniciativa os alunos irão poder absorver com mais tempo conhecimentos sobre a legislação de trânsito”, expõe a superintendente da Secretária de Educação, Inês Carnieletto.
“Percebemos que os alunos ainda são muito imaturos em relação ao trânsito, temos aqueles que vão de bicicleta, ônibus, a pé, e notamos que o que importa para eles é chegar rápido, independente dos riscos. Esse projeto é de extrema importância, pois será possível despertar essa responsabilidade dos alunos no trânsito e fazer com que o jovem tenha ciência do cuidado com a vida dele e do próximo”, afirma.
Fonte: 

Registros das palestras com Irene Rios em Curitibanos

Registros das palestras, "Minha escolha faz a diferença no trânsito", ministradas por Irene Rios, nos dias 14 e 15 de setembro de 2017, para adolescentes, em Curitibanos - SC.










22 de out. de 2017

Pais deixam filhos sem cinto ou fora da cadeirinha por medo de violência

Cuidados no trânsito têm sido abandonados por famílias em São Paulo que temem assaltos ou sequestros e acreditam ser mais fácil tirar as crianças do carro em eventual abordagem de bandidos; especialistas dizem que risco de acidente é muito maior.

Júlia Marques, O Estado de S.Paulo
10 Setembro 2017 | 03h00



Risco. Letícia vai solta no banco de trás: ‘É errado, mas tenho muito medo’, conta a mãe Foto: Alex Silva/Estadão

Aline de Araújo, de 28 anos, perdeu as contas de quantos assaltos já viu da janela de seu apartamento em Interlagos, na zona sul de São Paulo. Mas foi há cerca de um ano, depois de presenciar uma mulher em apuros para tirar um bebê do carro, que ela decidiu deixar de usar o cinto de segurança na filha. “Minha preocupação é pegarem o carro e eu não conseguir tirá-la. Acho que ficaria doida.”

Com medo de ter os filhos levados por bandidos em roubos a carros, famílias paulistas cometem até infrações de trânsito, como abrir mão do cinto de segurança ou colocar a cadeirinha no banco da frente. Especialistas advertem que as estratégias, faltas gravíssimas pelo Código de Trânsito, aumentam a probabilidade de acidentes.

Mãe de Letícia, de 4 anos, Aline não ignora o risco, mas tenta por na balança. “É estranho pensar em escolher entre uma coisa e outra. É errado andar sem cinto? É, mas tenho muito medo”, diz a analista de licitações. No trajeto de 4 quilômetros de ida e volta entre casa e escola, a menina vai solta na cadeirinha. A mãe também não usa cinto: “Justamente para o caso de precisar descer do carro e pegá-la.” Ela diz que nunca levou multa. “Entre infringir a lei ou um assalto, infringimos a lei.” 

Do outro lado da cidade, no Jaraguá, zona norte, a aluna de Pedagogia Suelen Pavolak, de 34 anos, também deixa de por o cinto de segurança nos filhos acreditando que pode protegê-los em eventual abordagem de bandidos. No primeiro dia de aula de Davi, de 6 anos, ela viu um assalto em frente ao carro onde estava com o menino e a caçula, Carolina, de 2 anos. 

“Fico pensando: como eu conseguiria pegar a Carolina e o Davi? Os dois já são pesados. Prefiro correr o risco e andar mais devagar do que alguém me assaltar e levar meus filhos”, diz Suelen, que até mudou o horário de aula do mais velho para não ter de levá-lo à escola no carro junto com Carolina. “A gente vê tanta coisa que acaba ficando paranoico”, desabafa ela, que nunca foi assaltada, mas relata casos de violência na família – incluindo o marido, que sofreu três sequestros relâmpagos.

Riscos. Para o sociólogo e especialista em educação no trânsito Eduardo Biavati, a atitude dos pais é “compreensível” pelo medo da violência urbana. “Não é uma fantasia, alucinação.” Mas ele destaca que os casos de colisões são mais frequentes. “Não é a solução mais inteligente. Em vez de correr risco eventualmente, eles correm riscos permanentemente.”

Para Fábio de Cristo, especialista em psicologia do trânsito, a escolha entre proteger de um acidente ou de um assalto pode ter relação com a necessidade de controle por parte dos pais. “O risco (de acidente) é percebido como menor do que o de ser assaltado. O assalto é a perda total de controle”, afirma. 

As experiências pelas quais passou aumentaram o medo que a cobradora de ônibus Fernanda Santos, de 26 anos, tem da violência. Com 7 meses de gravidez, o ônibus em que estava trabalhando em Diadema, na Grande São Paulo, foi assaltado. Hoje, quando está na direção, Fernanda coloca o bebê-conforto de Isabella, de 5 meses, a seu lado, no banco da frente. “Antes, nem saía com ela porque tinha medo”, conta a cobradora. O bebê-conforto fica preso apenas pelo cinto do carro.

Há quatro meses, os pais de Isadora, de 7 anos, passaram pelo susto de uma abordagem com a criança no carro. Era uma manhã de sábado quando um veículo bateu no carro onde a família estava na Avenida Presidente Wilson, na zona sul. “Desceram uns caras armados e já avisei: tem ‘nenê’ atrás”, diz a dona de casa Érica Stanev, de 32 anos. 

Nervosa, Isadora, que estava na cadeirinha, teve dificuldades em se soltar. “O cara guardou a arma, tirou ela (do carro) e me deu.” Apesar do desfecho sem agressão física, a menina ficou traumatizada. “Depois disso, ela disse que não queria mais sentar na cadeirinha porque, se vir um bandido, vai pular no banco da frente e sair comigo.”

Estatísticas. Procurada para comentar os relatos, a Secretaria da Segurança Pública disse que os roubos de veículo na capital e Grande São Paulo caíram 10,5% de janeiro a julho, ante o mesmo período de 2016. Segundo a pasta, isso reflete “o trabalho conjunto” das polícias, que combatem esse e todos os tipos de crime. Já o Detran paulista destacou as regras de transporte de crianças em veículos. 

1 de out. de 2017

Pesquisa inédita confirma imprudência de motoristas brasileiros em rodovia

Imagem
A Arteris, uma das maiores companhias do setor de concessões de rodovias do Brasil, realizou pesquisa inédita de observação sobre o comportamento de condutores em rodovias no Brasil. O método também foi aplicado, neste ano, em rodovias da França, Espanha, Argentina, Chile e Porto Rico. Os dados da França e da Espanha já foram divulgados, o que permite comparação, reservadas as distintas realidades.

A pesquisa apresentada hoje durante o 4º Fórum Arteris de Segurança tem por objetivo para aprofundar o conhecimento sobre os comportamentos de usuários e identificar alternativas para a mitigação de riscos e para a intensificação de campanhas. O levantamento também fornece informações estratégicas para fiscalização rodoviária com foco em segurança no trânsito.

“Conhecer a fundo o costume dos usuários tem se revelado cada vez mais importante para desenhar e executar ações mais estratégicas para sensibilizar e provocar mudanças de comportamento no trânsito, reduzindo assim fatalidades”, afirmou o coordenador da pesquisa e gerente de operações da Arteris, Elvis Granzotti.

Durante os sete dias de observação, passaram pelo trecho escolhido, na Autopista Régis Bittencourt, 82 mil veículos, cujo comportamento de condutores foi registrado por sensores fixos em pontos estratégicos da rodovia, além de monitorado por pesquisadores, que acompanharam, em tempo real, o trajeto de motoristas no trecho avaliado.

O levantamento inédito no País, confirma a tese de que uma parcela dos motoristas desrespeita a legislação na rodovia, contribuindo para o aumento das situações de risco que podem ter impacto direto no número de acidentes e de mortes.
 
Sobre o uso de celular ao volante
Alguns segundos de distração ao manusear o celular podem levar a um desvio de atenção grave, inclusive possibilitando que motoristas percorram vários metros “às cegas”.

O uso do celular é uma infração gravíssima e a multa no Brasil pode chegar a quase R$ 300 reais, além de render sete pontos na carteira de habilitação. Contudo, o manuseio do aparelho é uma realidade, sobretudo, nas grandes cidades. Nas rodovias, ainda que de forma mais tímida, o celular continua sendo usado, mesmo gerando um risco de alta periculosidade. No período pesquisado, 1,19% dos motoristas foi visto com celular em mãos no Brasil. Na França, 4,1% dos usuários dirigiam manuseando o celular, e na Espanha, 4,6%.

 Excesso de velocidade e ausência de distância mínima de segurança podem provocar acidentes mais graves

O desrespeito à distância mínima de segurança de dois segundos, associado ao excesso de velocidade, potencializa exponencialmente o risco e a gravidade de acidentes. Na distância e velocidade adequadas, os condutores e demais usuários da rodovia ampliam a capacidade de reação, têm melhor visibilidade da via e da sinalização, e, portanto, contam com maiores chances de adotar atitudesdefensivas corretamente.

Os dados coletados indicam que 15,9% dos usuários parecem ignorar a recomendação expressa no Código de Trânsito Brasileiro de manter a distância mínima de segurança entre veículos. O resultado brasileiro é bastante similar ao espanhol, que foi de 16,5%. A França, por sua vez, apresentou o percentual mais alto de desrespeito à distância mínima de segurança, 25%.

O desrespeito aos limites de velocidade é alto para os três países. Na França, 41% dos veículos observados excedem o limite, 38,3% na Espanha e 29,6%, no Brasil. A infração é classificada entre média e grave no Brasil, pode gerar multa de até R$ 293,47 reais, e levar à suspensão da licença para dirigir.

Mais da metade dos motoristas no Brasil não sinaliza ao mudar de faixa

A pesquisa relevou também que a comunicação no trânsito pode estar bastante prejudicada. No Brasil, 57,5% dos condutores observados foram flagrados mudando de faixa sem sinalizar. O dado registrado é superior ao verificado na França (26%) e na Espanha (39,6%). A manobra inesperada sem a utilização da seta é uma infração grave e impede que os demais motoristas possam tomar medidas preventivas para evitar, por exemplo, colisões laterais e traseiras.

Elvis Granzotti, gerente de operações da Arteris, destacou, durante a apresentação da pesquisa, que atitudes imprudentes podem colocar em risco a vida do próprio usuário e de outros condutores, pedestres e ciclistas, e que por isso exigem cada vez mais ações preventivas diferenciadas por parte das concessionárias, do poder concedente, dos órgãos de controle e fiscalização.

Ainda é possível flagrar motoristas e passageiros sem cinto de segurança

O especialista também se mostrou bastante surpreso com os resultados relativos ao uso do cinto de segurança. Para ele, o comportamento dos responsáveis pela condução dos veículos possivelmente está muito mais vinculado à fiscalização do que propriamente a uma consciência e preocupação com a preservação da vida. Além disso, indicou que o percentual maior de não utilização do cinto de segurança no banco traseiro pode estar vinculado a uma falsa sensação de maior proteção, o que é sem dúvida uma interpretação equivocada. “O passageiro no banco de trás, sem cinto de segurança, amplia a possibilidade de sofrer e ser agente de lesões, ao ser projetado para frente no caso de acidentes ”.
 
Usar o cinto de segurança pode reduzir pela metade as chances de ferimentos fatais para condutores e passageiros que trafegam no banco da frente, e em 3/4 para aqueles que viajam no banco de trás. Mas, ainda assim, no Brasil, por exemplo, o dispositivo é ignorado por 1% dos condutores e por 48% dos passageiros no banco traseiro. Na Espanha, o uso do cinto é praticamente universal no banco da frente, mas ainda deixa de ser usado por 21,3% dos passageiros no banco de trás.

Estudo inédito revela de quem é a culpa dos acidentes nas rodovias brasileiras

2 de set. de 2017

Sumário Preliminar do GUIA DIDÁTICO DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: Digital

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Sumário

PÁGINAS INICIAIS
  1. Folha de Rosto
  2. Ficha Catalográfica
  3. Sobre a Autora
  4. Sumário
  5. Apresentação
UNIDADE 1 - Fundamentos da Educação
  1. Iniciando os Estudos
  2. Educação e Aprendizagem Relacionada ao Trânsito
  3. Os Quatro Pilares da Educação Aplicados ao Trânsito
  4. Características da Aprendizagem
  5. Motivações para a Aprendizagem
UNIDADE 2 - Educação e Trânsito na Legislação Federal Brasileira
  1. Iniciando os Estudos
  2. Constituição da República Federativa do Brasil
  3. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
  4. Estatuto do Idoso
  5. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)
  6. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
UNIDADE 3 - Educação para a Segurança das Crianças no Trânsito
  1. O Mundo da Criança
  2. Características da Criança no Trânsito
  3. Por que educar as crianças para o trânsito?
  4. A Importância da Família na Educação das Crianças para o Trânsito
  5. O que ensinar às crianças
  6. Como educar as crianças para o trânsito
UNIDADE 4 - Música e Trânsito
  1. A Importância da Música
  2. Música e Cultura no Trânsito
  3. A Música como Recurso Educativo para Crianças
  4. Músicas para Adolescentes e Adultos
  5. Elaboração de Paródias
UNIDADE 5 - Contação de Histórias na Educação para o Trânsito
  1. Histórias para Crianças
  2. Histórias para Adolescentes e Adultos
  3. Criando Histórias
  4. Contando Histórias
UNIDADE 6 - O Trânsito como Tema Transversal na Escola
  1. O Trânsito Contextualizado com as Disciplinas Curriculares
  2. O Trânsito em Língua Portuguesa
  3. O Trânsito em Matemática
  4. O Trânsito em Ciências Naturais
  5. O Trânsito e a História
  6. O Trânsito em Geografia
  7. O Trânsito na disciplina de Arte
  8. O Trânsito em Educação Física
  9. Educação para o Trânsito Contextualizada com Livros Didáticos
  10. A transversalidade da educação para o trânsito nas escolas tem atingido seus objetivos?

UNIDADE 7 - Campanhas Educativas para o Trânsito

  1. Campanhas Educativas e Comunicação Social
  2. O que diz a Legislação Brasileira
  3. Formato e Meios de Difusão
  4. Estilos
  5. O Uso de Campanhas em Atividades Educativas
UNIDADE 8 - A Poesia na Educação para o Trânsito
  • Poesias e Trânsito
REFERÊNCIAS

ANEXO I - Slides para PalestrasPasta 
  • Palestra para Adolescentes - "Minha escolha faz a diferença no trânsito"
ANEXO II - Paródias Educativas para o Trânsito
  • Paródias para Crianças
ANEXO III - Arquivos
  • Comoção em Campanhas Educativas para o Trânsito - um estudo com jovens e adultos.
  • O Trânsito na Disciplina de Língua Portuguesa - uma experiência com adolescentes.
FORMAS DE PAGAMENTO

1. Depósito Bancário: Banco do Brasil - Agência: 2638-7 - Conta: 38842-4 - Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.

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Sobre a autora

IRENE RIOS é Mestra em Educação, com a pesquisa: "Campanhas Educativas para o Trânsito: A percepção sensível de jovens e adultos" (2013); Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora dos livros "Coleção Transitando com Segurança" (2016); "Guia didático de Educação para o Trânsito" (2012); "Manual para Motorista: com agenda" (2009); "Quem? Eu? Eu Não! E outras crônicas de trânsito" (2007); "Transitando com Segurança" (2005). Seu Currículo está disponível em http://lattes.cnpq.br/0363235000015600. 
Instituto Ousar / Ilha Mágica Editora
São José - SC - Fone: 48 3246-8038transito@institutoousar.com.br

1 de set. de 2017

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II Encontro Nacional de Educadores do SNT

O Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN está organizando o  II Encontro Nacional de Educadores do SNT, a ser realizado em Brasília, nos dias 4 e 5 de outubro deste ano.
O Encontro tem como objetivo fortalecer o diálogo com os órgãos do SNT na construção de ações educativas de trânsito mais efetivas em todo o país, promovendo palestras de renomados especialistas tratando o tema "Minha escolha faz a diferença no trânsito", além de proporcionar um momento de troca de experiências, no qual os participantes poderão apresentar ações em desenvolvimento nos seus estados.

Com uma carga horária de 12 horas, o Encontro será realizado no auditório da sede do Ministério das Cidades, no endereço SHCS 01 Bloco H 01/06 Ed. Telemundi II - Brasília, DF.

As inscrições são gratuitas para representantes de órgãos do SNT. Esclarecemos que este DENATRAN não irá arcar com despesas de deslocamento e diárias.

Para confirmar sua inscrição, envie um email para educacao.denatran@cidades.gov.br com as seguintes informações:

Nome:
Órgão:
Estado:
Cargo/emprego/função:
Telefone:
Email:

Participe desse importante momento de discussão e construção coletiva do conhecimento acerca de novas perspectivas no alcance da segurança vária em nosso país!

Fonte:

Concurso Cultural Volvo


"Quer ganhar uma viagem para viver uma experiência de segurança na sede do Grupo Volvo América Latina em Curitiba? Conte pra gente a sua história relacionada à segurança que tenham provocado alguma mudança de comportamento na sua vida a partir do Programa Volvo de Segurança. Ou então alguma experiência com os equipamentos de segurança Volvo, que tenham sido fundamentais para evitar ou minimizar os impactos de acidentes. Envie para www.pvst30anosdehistorias.com.br, vídeo, áudio ou texto."

VÍDEO - Minha escolha faz a diferença no trânsito

POESIA - A criança é a esperança de um trânsito mais seguro


Esta poesia foi elaborada durante o CURSO DE EDUCAÇÃO PARA A SEGURANÇA DAS CRIANÇAS NO TRÂNSITO - À Distância - 1ª Edição.

Contação de Histórias, com Irene Rios, na XI Feira do Livro de Jaraguá do Sul

No papel de "Faixa de Pedestre" contando histórias, na XI Feira do Livro de Jaraguá do Sul - SC, dia 12 de agosto de 2017.







Visitas técnicas do DENATRAN aos Estados e Municípios



Dispõe sobre a realização de visitas técnicas do DENATRAN aos Estados e Municípios para o aprimoramento da gestão do trânsito e da segurança viária.

VÍDEO - Toquinho no Mundo da Criança - A BICICLETA

29 de jul. de 2017

INSCRIÇÕES ABERTAS para Novas Turmas de Cursos à Distância


1. Educação para a Segurança das Crianças no Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 15 de agosto de 2017

2. A Música e a Contação de Histórias na Educação para o Trânsito - EAD - 2ª Edição
Início em 10 de outubro de 2017.

3. Campanhas Educativas para o Trânsito - EAD - 3ª Edição
Início em 19 de outubro de 2017

DOCENTE: Irene Rios
CARGA HORÁRIA: 40 horas (cada curso)
REALIZAÇÃO: Instituto Ousar
INVESTIMENTO: R$ 135,00 (cada curso)


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PROMOÇÕES


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LIVRO: "Projetos de Educação para o Trânsito"


Feliz por fazer parte do livro "PROJETOS DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO", organizado pela Professora Alessandra Bianchi, da Universidade Federal do Paraná.

Na obra consta o artigo, de minha autoria, "O TRÂNSITO NA DISCIPLINA DE LÍNGUA PORTUGUESA: uma experiência com adolescentes".


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O livro “Cultura de Segurança no Trânsito – Casos brasileiros”, de J. Pedro Corrêa, ganha versão digital! Viabilizado pela Lei Rouanet com o patrocínio Volvo, a obra divulga ações que incentivam a educação e a cultura do trânsito brasileiro, que pode, indiretamente, reduzir os acidentes com fatalidades. Baixe a versão digital aqui!