8 de dez. de 2015

Projeto “O contador de histórias vai às escolas” conquista premiação nacional


A Prefeitura de Novo Horizonte/SP, através da Unidade Gestora de Trânsito, conquista mais uma premiação de educação no trânsito, em âmbito nacional, desta vez, com o projeto “O contador de histórias vai às escolas”.

O projeto apresentado pela Prefeitura conquistou o 3º lugar no XIV Prêmio Denatran de Educação no Trânsito, cuja finalidade é incentivar a produção de trabalhos voltados ao tema trânsito, estimulando crianças, jovens, educadores, profissionais de trânsito, e profissionais da comunicação a refletir sobre o trânsito no contexto da cidade, da sua relação com o meio ambiente e na qualidade de vida, de modo a contribuir para a adoção de comportamentos e sedimentação de hábitos que tornem o trânsito mais seguro, civilizado e humano, resultando na redução do número de acidentes, de feridos e de mortos. Além de certificado e do notório reconhecimento pelo trabalho realizado, o município também receberá R$ 3.000,00 (três mil reais) pela premiação.

O Projeto do Órgão Municipal de Trânsito foi elaborado para ser desenvolvido na educação infantil e no ensino fundamental (1º ao 5º ano) nas escolas públicas e particulares, objetivando incentivar os estudantes e os funcionários das escolas, a prática de atitudes seguras e coerentes nas vias, para a preservação da saúde e da vida no trânsito. Este Projeto tratou o tema trânsito de forma lúdica, valorizando o que as crianças têm de mais natural, a fantasia e a brincadeira, além de ajudar a criança a entender os perigos do trânsito, os sinais e as regras de circulação

Para o Coordenador Chefe da Unidade Gestora de Trânsito, Claudio Bellintane Junior (Chebinha Jr.), o Projeto “O Contador de Histórias vai às Escolas” também tem a finalidade de contribuir na formação das crianças, acrescentando novos hábitos e valores, que acabam refletindo nos pais para um trânsito mais seguro, além do mais, as crianças aceitam com mais facilidade os ensinamentos corretos”. Finalizou dizendo, que o trabalho da DIMUTRAN se espelha na seguinte frase de São Francisco de Assis: “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”.

É importante relembrar que no ano de 2008, a Prefeitura de Novo Horizonte/SP, por meio da DIMUTRAN conquistou o 2º lugar no VIII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito.

Fonte: Unidade Gestora de Trânsito
Disponível em: http://www.novohorizonte.sp.gov.br/Noticia/1480 - Acesso em 08/12/2015.

Há três anos, em Brasília, recebi o XII Prêmio Denatran como co-autora do projeto "Gincana Cultural de Trânsito", desenvolvido com a equipe do Setor de Educação para o Trânsito da GMSJ. Neste ano, tenho novamente a satisfação de ser parceira no projeto "O contador de histórias vai às escolas", desenvolvido com a equipe do Dimutran da Prefeitura de Novo Horizonte/SP e com Rodrigo Calistro, contemplado como o terceiro melhor entre 44 projetos avaliados, na categoria Educação no Trânsito: Projetos e Programas, no XIV Prêmio Denatran.

Irene Rios

Para conhecer o projeto, clique no link

Carta Aberta da ABROT à sociedade brasileira e aos delegados da II Conferência Global de Alto Nível pela Segurança Viária

Novembro de 2015

Embora o Brasil seja respaldado por uma legislação avançada em termos de segurança no trânsito, contemplando as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de mortos e feridos continua alto e em crescimento no país. As estatísticas da OMS colocam o Brasil entre os cinco países mais violentos do mundo no trânsito, com 23,4 mortes para cada 100 mil habitantes.

A Aliança Brasileira de Organizações da Sociedade Civil pela Vida no Trânsito (ABROT), que congrega entidades não governamentais de todas as regiões, por ocasião da realização da II Conferência Global de Alto Nível pela Segurança Viária, em Brasília, em 18 e 19 de novembro de 2015, vem a público manifestar sua preocupação quanto aos resultados brasileiros nesta primeira metade da Década de Ação pela Segurança no Trânsito.

Se as leis existem, por que não são devidamente aplicadas e fiscalizadas? Isso revela que não há uma gestão nacional coordenada com capacidade profissional e vontade política direcionada efetivamente para ações e soluções. Num país com dimensões continentais e mais de cinco mil municípios onde a violência no trânsito faz parte do cotidiano das pessoas, é imprescindível que se coloque um plano em ação.

O Plano Nacional de Redução de Acidentes, formulado na linha das recomendações feitas pela OMS no início da Década 2011-2020, teve grande participação da sociedade civil, das esferas governamentais, foi submetido a consulta pública e finalmente entregue à Casa Civil da Presidência da República em maio de 2011. Por quê, a caminho do quinto ano da Década, este plano ainda não foi adotado pelas autoridades competentes?

A resposta está no não cumprimento do primeiro pilar estabelecido pela OMS – Gestão de segurança do trânsito -, que recomenda a criação de uma agência de coordenação nacional que conte com a cooperação de uma ampla gama de setores para a execução das ações do plano, com metas realistas, recursos suficientes e avaliação constante.

Quanto aos recursos, é inadmissível que a receita oriunda das multas de trânsito não seja aplicada exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito, conforme determina o Artigo 320 da Lei 9.503/09, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro. É incompreensível também o contingenciamento rotineiro praticado pela União dos recursos do Funset (Fundo Nacional de Segurança e Educação para o Trânsito), quando sabemos que valores infinitamente superiores aos necessários para prevenção e segurança são destinados a cobrir a atenção a centenas de milhares de vítimas. Além do Funset, há ainda os 5% dos recursos arrecadados pelo seguro obrigatório DPVAT que devem ser aplicados na implementação de programas destinados à prevenção de acidentes, principalmente de educação no trânsito. Vale lembrar que estes recursos não são oriundos do orçamento da União, mas sim pagos exclusivamente pelos contribuintes proprietários de veículos automotores.

As raras e valiosas conquistas alcançadas na segurança da circulação viária e na preservação da vida, como por exemplo o projeto “Vida no Trânsito”, não vêm avançando. Esta situação de estagnação, que leva à piora gradativa do quadro, se dá, por um lado, pela falta de comprometimento e de empenho do Poder Público e, por outro, pela tolerância e passividade da própria sociedade diante deste fenômeno absolutamente previsível e, por isso mesmo, evitável.

Assim, a Aliança Brasileira de Organizações da Sociedade Civil Pela Vida no Trânsito (ABROT) pede o engajamento de toda a sociedade e cobra das autoridades ações efetivas para que ainda seja possível alcançar o desafio da Década 2011 – 2020 de redução em 50% do número de mortos e feridos no trânsito, só possível se alicerçado em dois elementos fundamentais: VONTADE POLÍTICA e DECISÃO EXECUTIVA que estabeleçam a redução da violência no trânsito como prioridade de governo e compromisso inadiável com a sociedade.

Fonte:
http://naofoiacidente.org/blog/2a-conferencia-global-de-alto-nivel-sobre-seguranca-no-transito-2015-no-brasil - Acesso em 08/12/2015.

Ministério das Cidades capacita prefeituras para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana

oficinaemCampinas SP destaque

A Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (Semob), do Ministério das Cidades, promove Oficinas de Capacitação para Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana pelos municípios. Em parceria com as prefeituras, o objetivo é preparar prefeitos, gestores, técnicos municipais e estaduais para que estejam habilitados para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana de suas cidades, bem como apresentar metodologia e discutir caminhos para a implementação da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Na primeira etapa do Programa de Capacitação é proposto o Seminário de Sensibilização para a Política e Plano de Mobilidade Urbana, no qual técnicos da área apresentam a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/2012), discutem com prefeitos, gestores, servidores municipais e estaduais e representantes da sociedade civil atuantes no setor de mobilidade, os meios mais eficientes de se pensar e projetar aspectos de mobilidade voltados para todo tipo de configuração municipal.

Nas oficinas para a Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, a proposta é fornecer conteúdo técnico e fomentar troca de experiências entre os municípios. Além disso, a equipe técnica apresenta o Caderno de Referência para Elaboração de Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob). Outro ponto importante é estimular a participação social na elaboração e na implementação dos planos de mobilidade, além de sugerir metodologia para viabilizar essa interação do poder público local com a sociedade.

Para o diretor de Cidadania e Inclusão Social da Semob, Marco Antonio Vivas Motta, a Política Nacional de Mobilidade Urbana visa promover uma melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas nos municípios. “Para isso, é fundamental dar prioridade ao sistema de transporte coletivo e aos modos não motorizados, com isso, esperamos difundir esses conhecimentos”, explicou.

As oficinas já foram realizadas nas cidades de Juiz de Fora, em Minas Gerais; Mafra e Forquilhinha, em Santa Catarina; Pirassununga, Jundiaí, Mogi das Cruzes e Campinas, em São Paulo, Corumbá, no Mato Grosso do Sul e Palmas, no Tocantins. Mais de 300 pessoas, de aproximadamente 80 municípios participaram das oficinas.

Desde 2013, a Semob realiza seminários de sensibilização para a Política Nacional e o Plano de Mobilidade Urbana. Os seminários aconteceram em Campinas, Brasília, Parauapebas, Porto Alegre, Corumbá, Curitiba, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Fortaleza e Boa Esperança.

Caderno de Referência - A Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana (Semob) do Ministério das Cidades, lançou, em abril, o Caderno de Referência para orientar estados e municípios na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana. O Caderno está disponível em http://www.cidades.gov.br/index.php/publicacoes.html. O material é composto por oito capítulos que envolvem fundamentos e orientações relacionados à infraestrutura para o sistema de mobilidade no país. Os capítulos trazem orientações para a gestão da mobilidade urbana, citam os meios de transporte, as redes, as respectivas infraestruturas e a forma com que interagem com o espaço urbano.


Política Nacional de Mobilidade Urbana - A Política Nacional de Mobilidade Urbana, estabelecida pela Lei nº 12.587/2012, busca promover a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade da população e cargas no território dos municípios brasileiros. A norma determina que os municípios acima de 20 mil habitantes e os demais obrigados ao Plano Diretor devem elaborar seus Planos de Mobilidade Urbana para que recebam recursos federais a serem investidos no setor.

Os municípios que não elaborarem o Plano ficam impedidos de obter recursos orçamentários federais para contratação de novas operações. O Plano de Mobilidade Urbana é o instrumento de execução do planejamento da mobilidade urbana, traça as orientações de ações integradas de inclusão social, desenvolvimento urbano, de mobilidade e de proteção ao meio ambiente, e deve estar baseado em princípios, diretrizes e objetivos instituídos pela Lei nº 12.587 de 2012.


Caderno de Referência para Elaboração de Plano de Mobilidade Urbana está disponível em: http://goo.gl/qYJ6P4.

1 de dez. de 2015

Palestra de Irene Rios, no VI Congresso Nacional de Psicologia - Conferência: Psicologia do Trânsito e Saúde Pública no Brasil.

Palestra realizada em Olinda/PE, durante o Congresso Multidisciplinar de Saúde, dia 20 de novembro de 2015.










Presidente Dilma Rousseff, Zoleka Mandela e Margaret Chan realizam abertura oficial da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito em Brasília - See more at: http://embarqbrasil.org/noticia/mortes-no-tr%C3%A2nsito-%E2%80%98n%C3%A3o-h%C3%A1-mais-desculpas%E2%80%99#sthash.ew4xbq5X.dpuf
Presidente Dilma Rousseff, Zoleka Mandela e Margaret Chan realizam abertura oficial da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito em Brasília - See more at: http://embarqbrasil.org/noticia/mortes-no-tr%C3%A2nsito-%E2%80%98n%C3%A3o-h%C3%A1-mais-desculpas%E2%80%99#sthash.ew4xbq5X.dpuf

Acidentes de trânsito consomem 3% do PIB mundial, afirma Dilma

Presidenta participou da cerimônia de abertura da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito realizada nesta quarta-feira (18), em Brasília.

Dilma Rousseff durante cerimônia de abertura da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito
Foto: Portal Planalto
A presidenta Dilma Rousseff participou nesta quarta-feira (18) da abertura da 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito e falou sobre o saldo negativo gerado pelos acidentes de trânsito e os benefícios obtidos ao combater esse problema. “Os prejuízos em acidentes de trânsito consomem o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, chegando a 5% nos países em desenvolvimento”, destacou.

A presidenta destacou que as altas cifras em dinheiro não contabilizam o sofrimento incalculável de milhares de famílias provocado pela perda de entes queridos e por sequelas de acidentes graves. “Investir em trânsito certamente traz benefícios econômicos, mas realmente [esses benefícios econômicos] são secundários em relação à preservação de vidas humanas e à qualidade de vida”, ressaltou a presidenta.

Dilma reforçou o compromisso do governo em promover a mobilidade segura de todos os cidadãos. “Uma mobilidade mais eficiente e segura significa uma vida mais saudável, protegida e sustentável”, afirmou.

A diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, reconheceu o trabalho do Brasil na promoção de um trânsito mais seguro e elogiou o comprometimento intersetorial com a área. "Quando falamos de desenvolvimento sustentável, temos de reconhecer a liderança do Brasil. O País promoveu avanços significativos na segurança no trânsito. Não vi outro país com envolvimento de tantos ministérios. O Brasil está no caminho certo, continuem trabalhando", destacou.

Na abertura, Chan também ressaltou que o tema de saúde pública depende de ações multisetoriais, com parcerias com a indústria e apoio da sociedade civil. A diretora do maior órgão de saúde da Organização das Nações Unidas também reforçou a necessidade de aplicar tecnologia para produção de veículos e vias seguras. “Se trabalharmos juntos pela segurança no trânsito poderemos evitar muitos acidentes e salvar vidas", concluiu.

Ações preventivas

A presidenta apresentou as medidas já adotadas pelo Brasil para enfrentar a epidemia que se instaurou no trânsito, como o endurecimento da Lei Seca – que culminou com a redução das vítimas fatais –, e a obrigatoriedade do cinto de segurança e das cadeirinhas infantis. No entanto, reforçou a necessidade de um trabalho de conscientização, mobilização e educação para que todos se sintam responsáveis por um trânsito mais seguro. “A batalha contra a violência do trânsito é mais que uma questão de novas leis. É necessária uma nova cultura”, destacou a presidenta.

A resposta pós-acidente, um dos cinco pilares do Plano Global para a Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020, também foi destaque na fala de Dilma Rousseff. “Os sistemas de saúde devem estar preparados para o atendimento emergencial, assim como, a reabilitação das vítimas. No Brasil, temos o Samu, que atende mais de 150 milhões de cidadãos.”

A Rede de Urgência e Emergência do Brasil está estruturada para agilizar o atendimento às vítimas de trânsito e, com isso, evitar óbitos, complicações e sequelas graves. O Samu atua no atendimento pré-hospitalar e estabilização da vítima até chegar a uma unidade hospitalar. Seu trabalho é essencial, uma vez que a maior parte das vítimas fatais de acidentes – 1,25 milhão por ano em todo o mundo – morre antes de chegar a um hospital.

Fonte:

Audiência do site em novembro de 2015



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25 de nov. de 2015

Curso de Métodos e Técnicas Educativas para a Segurança Viária, com Irene Rios, em Balneário Camboriú


Ainda há vagas!

Recebemos inscrições das seguintes cidades: 
Agronômica/SC - Balneário Camboriú/SC - Bituruna/PR - Brasília/DF - Camboriú/SC - Criciúma/SC - Itajaí/SC - Natal/RN - Palmas/TO - Porto União/SC - Rio de Janeiro/RJ - São Paulo/SP - União da Vitória/PR.


Local do Curso: Hotel Sibara Flat e Convenções
Av. Brasil, 1500 - Centro - Balneário Camboriú - SC

Data: 10 e 11 de março de 2016.
Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:30 às 17:30.
Carga horária: 20 horas aula
Objetivos
Proporcionar a aquisição de conhecimentos sobre conteúdos, métodos e técnicas educativas de trânsito, para o desenvolvimento de aulas, palestras, campanhas educativas e demais atividades em prol da segurança viária.

Público Alvo:  Gestores de trânsito, coordenadores de educação para o trânsito, professores, supervisores, orientadores e demais interessados nos temas.
Conteúdos

I.  Reflexões sobre Procedimentos Metodológicos.

1. Causas da violência viária.
  • Imperícia, cultura, valores e sensibilidade.
2. A importância da psicologia na educação para a segurança viária.
  • Aprendizagem e interesse.
  • Educação para o trânsito aplicada à fiscalização.
  • Dar dicas ou provocar a reflexão?
II.  Boas práticas Educativas para a Segurança Viária.

1. Apresentação, análise e debate.

III. Comunicação e Segurança no Trânsito. 

1. Elementos da comunicação.
2. Funções da linguagem aplicadas ao trânsito.
3. Linguagem verbal e não-verbal.
  • Dicas de oratória.
  • Uso do PowerPoint em apresentações. 
IV.  Dramatização, Música e Audiovisual como Recurso Educativo para a Segurança Viária. 

1. Dramatização.
  • Exercícios de interpretação oral. 
  • Leitura dramática. 
  • Contação de histórias. 
  • Manipulação de fantoches.
2. Música
  • A influência da música no comportamento das pessoas.
  • Elaboração de paródias.
3. Audiovisual.
  • Análise de vídeos relacionados à segurança e convivência no trânsito.
  • Desenvolvimento de atividades contextualizadas com vídeos sobre segurança e convivência no trânsito.
Metodologia e Recursos Educativos: Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos e exercícios práticos.
Docente
Irene Rios, Mestra em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito.
Investimento: R$ 390,00
No valor está incluso:
  • Coffee break (período vespertino)
  • Apostila e livros de Irene Rios, no formato digital,
Os participantes receberão certificado de participação.
Formas de pagamento: 
1. Depósito Bancário
Banco do Brasil
Agência: 2638-7 - Conta: 38842-4
Favorecido: Instituto Ousar Comércio e Serviços Ltda Me.
2. Boleto Bancário
3. Empenho
A confirmação da inscrição acontece após o envio do comprovante de pagamento, ou do empenho, pelo e-mail: transito@institutoousar.com.br.
O Instituto Ousar se dá o direito de adiar ou cancelar o referido curso caso não haja a quantidade mínima de 25 participantes, com o prazo de 14 dias antes do início do curso. Neste caso, o valor das inscrições pagas será reembolsado.
Informações sobre hospedagem no Hotel Sibara Flat e Convenções (local do curso)
TARIFA DE HOSPEDAGEM POR PESSOA - Incluso café da manhã (válida apenas para as categorias, Standard, Luxo, e Flat/Familiar)
R$ 95,00/diária por pessoa
Single paga conforme a categoria desejada ou disponível.
Duplo/casal: R$ 190,00 a diária.
Triplo: R$ 285,00 a diária.
Quádruplo: R$ 380,00 a diária.
Taxa de 2.5% - ISS sobre a diária.
Contatos
+55 47 3261 5016
+55 47 8497 9451
eventos@sibaraflathotel.com.br
www.sibaraflathotel.com.br


Instituto Ousar
Fone: (48) 8496-1702  (48) 3246-8038

Referências
  1. Detran Rondônia - Porto Velho (2015): Clique aqui!
  2. Detran Pará - Belém (2015): Clique aqui!
  3. Detran Maranhão - São Luís (2015): Clique aqui!
  4. Prefeitura de Brusque - SC (2015): Clique aqui!
  5. Foz do Iguaçu - PR (2015): Clique aqui!
  6. Florianópolis - SC (2014): Clique aqui!
  7. Prefeitura de Itajaí - SC (2013): Clique aqui!
  8. UFPA - Belém - PA (2012): Clique aqui!
  9. Rio de Janeiro - RJ (2012): Clique aqui!
  10. Prefeitura de Lagarto - SE (2012): Clique aqui!
  11. Detran Acre - Rio Branco (2012): Clique aqui!
  12. Prefeitura de São Bernardo do Campo - SP - (2012): Clique aqui!
  13. Prefeitura de São José - SC - (2011): Clique aqui!
  14. Prefeitura de São Bernardo do Campo - SP - (2011): Clique aqui!
  15. Detran Pará - Belém (2011): Clique aqui!
  16. Prefeitura de Rio Verde - GO (2011): Clique aqui!
  17. Goiânia - GO (2011): Clique aqui!
  18. Rio de Janeiro - RJ (2011): Clique aqui!
  19. São Paulo - SP (2011): Clique aqui!
  20. Salvador - BA (2011): Clique aqui!
  21. São José – SC (2010): Clique aqui!

24 de nov. de 2015

CEBDS e ONSV lançam ferramenta de autoavaliação empresarial em segurança viária

O uso é gratuito e empresas poderão avaliar o seu desempenho, reduzir prejuízos com acidentes, além de ampliar a proteção dos recursos humanos
Empresas de todo o Brasil já contam com uma ferramenta gratuita para avaliar a exposição aos riscos e incentivar melhorias no padrão de segurança viária, internamente.
A Ferramenta de Autoavaliação Empresarial em Segurança Viária é resultado de uma parceria entre o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e do ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária), que nos últimos meses construíram o instrumento eletrônico  e lançaram, também, um Manual de Boas Práticas para apresentar modelos bem- sucedidos de gestão da segurança viária que podem ser replicados pelas empresas de todo o Brasil.
Com a ferramenta, que já pode ser acessada no site das duas entidades, de forma gratuita, as empresas poderão avaliar a exposição aos riscos no transporte de suas equipes e cargas e buscar soluções para reduzir os acidentes nos deslocamentos; e, por consequência, todos os custos resultantes dessa situação.
Tanto a ferramenta quanto o Manual foram lançados em 18 de novembro,  na 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança Viária, em Brasília.
De acordo com as duas entidades, 10% das mortes no trânsito no Brasil acontecem em deslocamentos a serviço; e o país, segundo ranking mundial da OMS (Organização Mundial de saúde), ocupa o quarto lugar em acidentes de trânsito, totalizando mais de 42 mil mortes em 2013, de acordo com o  Ministério da Saúde.
A ferramenta permite que as empresas possam avaliar as situações pré, durante e pós-acidente, analisando o comportamento humano (os condutores), o veículo e o ambiente (as condições viárias); e, assim, buscar alternativas para redução dos prejuízos de toda ordem.
Vale destacar que as empresas terão inúmeros benefícios com a ferramenta, uma vez que poderão encontrar soluções para a redução de mortes e lesões de colaboradores, aumento de produtividade, redução de afastamentos dos acidentados, redução de acidentes ambientais no caso de cargas perigosas; diminuição das perdas de cargas; enfim, de uma série de prejuízos que a segurança viária pode impedir.
Além da ferramenta, as entidades construíram juntos um Manual de Boas Práticas que poderá servir de referência para que as empresas também busquem modelos que podem ser aplicados na sua realidade. São apresentados modelos nacionais e internacionais.
Para acessar a ferramenta, basta clicar neste link: Ferramenta de Autoavaliação Empresarial em Segurança Viária
E para conhecer o Manual de Boas Práticas, acesse esse endereço: