19 de mar. de 2012

Projeto de faixa para idosos reduz atropelamentos quase pela metade

Para reduzir mortes na Avenida Jabaquara, CET adaptou calçadas e ampliou travessias

 
Bruno Ribeiro - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Um projeto-piloto desenvolvido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em 2009 para salvar vidas de idosos conseguiu reduzir em 42% o número de atropelamentos na área onde foi colocado em prática, na Avenida Jabaquara, zona sul de São Paulo. O estudo servirá como base para aplicação em outras áreas onde os índices de acidentes são altos. 

Os idosos somam a maior parte das mortes por atropelamento na capital: 36% das 630 mortes registradas na cidade são de pessoas com mais de 65 anos - os dados são de 2010, uma vez que a CET ainda não divulgou o balanço de mortes no trânsito de 2011. 

Os motivos para tantas mortes de idosos são facilmente perceptíveis. Eles têm mais dificuldade para andar, se desequilibram mais e sofrem de visão e audição prejudicadas. E a perspectiva é de que a população idosa aumente: hoje, a expectativa de vida do brasileiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 72 anos. Em 2050, será de 81.


Estudo. A Avenida Jabaquara foi escolhida como local do projeto por ser, até 2008, um dos locais "mais críticos" em atropelamentos, segundo a autora do estudo, a gestora de trânsito Telma Maria Gorgulho Pereira Micheletto, da CET. "Escolhemos essa avenida porque costumamos fazer auditorias em locais com atropelamentos. Lá, descobrimos um lugar em que havia muito idosos fazendo travessias. E não havia local seguro para isso", comenta. O lugar era na frente de duas farmácias. A constatação da pesquisa resultou em propostas para garantir a segurança dos idosos. 

Entre as medidas adotadas estão a instalação de faixas de pedestres a cada 100 metros - o normal é usá-las somente nos cruzamentos -, a adequação das calçadas e das rampas de travessia, para torná-las mais seguras, e ainda o aumento do tempo de duração do sinal verde nos semáforos para pedestres.

"Um estudo de Belo Horizonte, que usamos na nossa nota técnica, mostra que o idoso caminha a 0,65 metro por segundo", diz a gestora. Os semáforos, em geral, são programados para garantir a travessia de quem caminha a 1,2 metro por segundo. 

Congestionamentos. A pressão que os engenheiros de trânsito recebem para garantir o melhor fluxo de carros possível e evitar os congestionamentos, segundo Telma, é o que dificulta a adaptação de todas as vias da cidade para os idosos. A solução, diz ela, é que essas mudanças sejam adotadas nos locais onde há maior trânsito de pedestres. "Ainda estamos levantando outros locais", afirma.

O médico Dirceu Rodrigues Alves Junior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), também critica as políticas públicas adotadas para a segurança do idoso. "A preocupação é o fluxo de carros. Deveria ser com o fluxo de pedestres", ressalta.

Disponível em:  

16 de mar. de 2012

Curso de Fiscalização e Educação para o Trânsito - FORME UMA TURMA EM SUA CIDADE!


Forme uma Turma em sua Cidade!

Carga Horária: 30 horas aula (3 dias)

Objetivos
Possibilitar reflexões e aprendizagem sobre fiscalização e educação para o trânsito, a fim de aprimorar os conhecimentos nestas áreas. 

Público Alvo
Agentes de trânsito, policiais, guardas municipais, gestores de trânsito e demais interessados nos temas (turmas com até 40 participantes).

Programa do Curso

 

1. Considerações gerais e preliminares
1.1. Competência legal para fiscalização de trânsito;
1.2. Campo de atuação do agente de trânsito.

2. Infrações de trânsito de competência do órgão municipal
Normas gerais e infrações de trânsito correlatas, relativas:
2.1. ao comportamento do condutor e obediência às normas de segurança;
2.2. às regras de preferência;      
2.3. às regras de ultrapassagem;
2.4. à circulação em geral;
2.5. às regras de velocidade;
2.6. às regras de estacionamento e parada.

3. Infrações de trânsito de competência do órgão estadual
Normas gerais e infrações de trânsito correlatas, relativas:
3.1. ao condutor;
3.2. ao veículo.

4. Atualização das Resoluções do CONTRAN relativas á  fiscalização.
4.1. Resoluções de 2010, 2011, 2012 e 2013.
4.2. Fiscalização Eletrônica e Fiscalização de condutores que ingerem substâncias alcoólicas.

5. Fundamentos da educação para o Trânsito 
5.1. Aprendizagem e motivação
5.2. Trânsito e sensibilidade.

6. Relações humanas no trânsito.
6.1. Ética e trânsito
6.2. Os atores sociais do trânsito
6.3. Fiscalização x educação
6.4. Agente multiplicador de educação para o trânsito.

Metodologia e Recursos Educativos
Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos, exercícios práticos e muito mais.

Facilitadores

Ricardo Alves da Silva

Major da Polícia Militar de Santa Catarina* - Pós Graduado em Gestão e Segurança no Trânsito, pela UnC (Universidade do Contestado) Campus Concórdia – SC, e Pós Graduado em Segurança Pública pela UNISUL –SC.
Membro do Grupo Técnico para Estudos de Assuntos de Trânsito da PMSC; Membro da JARI Estadual de Concórdia - SC. Professor do Curso de Formação de instrutores da FABET (Fundação Adolfo Bósio para Educação no trânsito). Professor da Cadeira de Municipalização do Trânsito e Legislação de Trânsito, no Curso Superior de Administração no Trânsito, na UNOESC - Campus Videira - SC; Professor da cadeira de Legislação de Trânsito e Fiscalização de Trânsito na Pós Graduação em Educação e Direito de Trânsito de na COMUNIQUE CENTER, Joinville –SC. Professor. Professor na Cadeira de Fiscalização de Trânsito na Pós Graduação em Gestão e Direito de Trânsito CEAT – Centro de Estudos Avançados e Treinamento / Trânsito. Faculdade INESP – Instituto Nacional de Ensino Superior e Pesquisa. Autor do livro Tudo que você precisa saber sobre as infrações de trânsito: Ed. São Paulo: Letras Jurídicas, 2009. E o livro - Infrações de trânsito e processo administrativo: livro didático / Ricardo Alves da Silva; design instrucional Viviani Poyer. – Palhoça: UnisulVirtual, 2011

Irene Rios
Mestre em Educação, com a pesquisa: CAMPANHAS EDUCATIVAS PARA O TRÂNSITO: a percepção sensível de jovens e adultos;
Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino;
Consultora e co-autora do projeto “Gincana Cultural de Trânsito”, vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012 - na categoria "Educação no Trânsito - Projetos e Programas";
Presidente da Câmara Catarinense do Livro;
Professora universitária de disciplinas na área de Educação para o Trânsito;
Autora de artigos e livros sobre Educação para o Trânsito.


Veja como foi o curso realizado nas cidades de:


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Incluso: material didático digital

EDUTRANEC – Consultoria e Assessoria em Trânsito.
Fone: (48) 3246-8038 - treinamentos@edutranec.com

15 de mar. de 2012

Câncer em Motociclistas e Motoristas


Essa atividade expõe o operador da máquina à radiação solar durante várias horas e em momentos críticos onde a radiação ultravioleta tem ação degenerativa e cumulativa sobre a pele. São necessários cuidados, orientação e proteção.

                                
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior

A atividade diurna submete motociclistas e motoristas a um fator de risco que muitos nenhuma importância dão, e que é capaz de produzir lesões e complicações graves. Em alguns casos, pode ser considerada uma doença ocupacional.

Para o motorista, o fato de ter o volante do lado esquerdo predispõe a maior incidência dos raios solar na janela esquerda do veículo, logicamente comprometendo mais esse lado do corpo.

Dessa forma, deixa exposto crânio, pescoço, braço e mão. Já o motociclista, dependendo dos equipamentos de proteção utilizados terá toda pele exposta ao sol sujeita a lesões. A exposição é duradoura, importante lembrar que esses profissionais do trânsito exercem suas atividades em jornadas extremamente longas.

Pesquisas mostram que 53% das lesões cancerosas de pele ocorrem do lado esquerdo dos motoristas sendo a incidência maior nos homens, chegando a 64%. Nos motociclistas não há área de predominância, ocorre nas áreas expostas.

Quando o veículo tem janelas grandes, teto solar ou teto conversível ocorre logicamente maior exposição aos raios ultravioleta do tipo A, B e C. O mais nocivo é o do tipo B que pode causar três tipos de câncer:

Basocelular – 67,7 % - que é benigno
Espinocelular – 19,8 % - maligno
Melanoma maligno – 12,5 % - grande malignidade

O basocelular aparece mais em indivíduos de pele clara, com mais de quarenta anos. Está relacionado ao acúmulo de radiação solar ao longo dos anos. É mais comum na ponta do nariz e o prognóstico é bom.

Vale lembrar que a radiação solar é cumulativa, quero dizer, vai produzindo lesão imperceptível ao longo do tempo. Para melhor caracterizar, ela causa lesão das fibras elásticas da pele levando ao enrugamento da mesma, favorecendo o envelhecimento precoce e é conhecida como pele de marinheiro ou pescador.

O espinocelular corresponde a quase 20% dos casos. Aparecem em áreas de cicatrizes antigas, queimaduras e áreas de acúmulo de radiação solar. É comum em homens acima de cinquenta anos. Cresce rapidamente e se espalha para outros órgãos com muita facilidade. Locais comuns são a face e o braço.

O melanoma maligno é o mais perigoso e tem alto potencial para se disseminar para todo o organismo. Comum em pele clara e em queimaduras de raios solares. São extensos e profundos, podem produzir coceira, ulcerar e sangrar.

Diante de tal risco tem-se que recomendar:
  • Reduzir a exposição aos raios solar principalmente no período de 10 as 16 h
  • Uso de filtro solar em toda área exposta (fator 30)
  • Óculos escuros
  • Roupas próprias que reduzam a exposição
  • Manter preferencialmente janela fechada
  • Películas protetoras para a vidraria.   

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego
ABRAMET

13 de mar. de 2012

Curso de Fiscalização e Educação para o Trânsito, realizado no Rio de Janeiro

Curso realizado na cidade do Rio de Janeiro, dias 8, 9 e 10 de março de 2012, ministrado por Irene Rios e Ricardo Alves da Silva.



 Depoimentos

O conteúdo possibilitou ampliar o conhecimento na área de trânsito, refletirá diretamente na prestação de serviço à sociedade. Recomendo e faria novamente! (Tenente Júnior – Detran / TO)
 
Muito bom! Muito atual! Muitas ideias boas a serem implantadas em nossos Estados. (Leandro de Melo Castelo Branco – Teresina - PI)

Recomendo, não podemos separar a fiscalização da educação, são dois pilares fundamentais para a melhoria do trânsito. (Angela Oliveira – Maceió – Al)

É uma grande fonte de aprendizagem e troca de experiências. (De Paula – Teresópolis – RJ)

Recomendo para todo profissional do trânsito aprofundar seus conhecimentos. (Klebson Ricardo Couto Soares – Maceió - AL)

Possibilita atualizar os conhecimentos e compartilhar experiências e informações com instrutores e demais participantes. (Cláudio Pessoa Lima – Teresina – PI)

Recomendo, sugerindo que inclua a engenharia de trânsito em um dos 3 dias e seja feita uma visita à cidade do evento, tendo como guia um agente de trânsito ou engenheiro do órgão de trânsito local. (Afonso José Terra – Contagem – MG)







Pontos fortes do curso, na opinião dos participantes
  • Assuntos novos que foram abordados. Troca de experiências com outros Estados.
  • Conteúdo bem distribuído, com tempo, os professores dando oportunidade para os alunos participarem das aulas, tornando o curso mais aproveitável.
  • O link entre o teórico e o prático. A vivência dos facilitadores contribui para assimilar os conteúdos.
  • As críticas aos assuntos e temas das aulas, a organização, a simpatia e o preparo dos professores, o ambiente.
  • Dinâmica. Expositiva.
  • O conhecimento dos profissionais que ministraram as aulas. A diversidade de material apresentado.
  • Conhecimento técnico dos instrutores. Temas atualizados. Incentivo à participação dos instruídos pelos instrutores.
  • Todo conteúdo do curso atende às expectativas e necessidades, dentro dos assuntos pautados.
  • Aplicabilidade do curso aos aspectos teóricos e práticos, com objetividade aos assuntos ministrados, para que sejam utilizados na vida profissional e particular do agente de autoridade de trânsito.
  • O conhecimento dos professores, a boa vontade, educação e paciência com alunos que não desconfiam que estão atrapalhando o bom andamento do curso.
  • A metodologia empregada é muito boa e pode ser melhorada, com certeza.
  • A troca de experiência e conhecimento entre instrutores e alunos.
  • Turma formada por pessoas com bom nível de conhecimento, que proporcionaram aprendizagem e troca.
  • A mediação dos ministrantes para a integração do grupo.

Até que ponto o som alto pode interferir na condução do veículo?

Ao comprar um veículo, um dos primeiros itens a serem instalados ou exigidos pelo proprietário é o som automotivo. Dirigir e ouvir som alto é comum entre os motoristas, mas você sabe até que ponto esse hábito pode interferir no trânsito?

Segundo a pedagoga especialista e consultora em educação de trânsito, Elaine Sizilo, conduzir ouvindo som alto pode ser muito perigoso. Segundo ela, esse hábito fere um dos cinco elementos da direção defensiva, que é a atenção.

“A falta de atenção provocada pelo som alto impede que o condutor ouça uma buzina de advertência do outro motorista, uma sirene de ambulância ou até mesmo um apito de uma autoridade do trânsito”, explica Elaine.

Influência dos ritmos

De acordo com a Elaine, o gênero musical pode influenciar na atitude do motorista.“Uma música agitada, como um rock, por exemplo, pode motivar o motorista a exercer mais velocidade. O motorista usa o veículo para expressar a euforia que a música transmite”, explica.

“A música em volume alto cria uma atmosfera à parte, como se o condutor estivesse na sala de sua casa, por exemplo, ou seja, ele sai daquele ambiente de trânsito e a atenção dele fica extremamente comprometida. Isso no trânsito é extremamente perigoso”, ressalta.

Volume ideal

O volume do som não deve interferir na audição dos sons externos ao veículo. Elaine explica que o volume ideal é o de uma pessoa conversando dentro do carro.

Para a especialista, o motorista deve usar o rádio para ouvir informações de trânsito, que podem causar menos estresse e agilizar sua vida.

Outra dica é escutar músicas agradáveis, que proporcionem ao motorista uma sensação de calma e que o ajudem a enfrentar o trânsito com mais paciência.

Falta de atenção

Segundo Elaine, muitos acidentes ocorrem pelo simples fato de o motorista mudar uma estação do rádio, procurar um CD ou pendrive.

“Estudos mostram que, ao tirar a atenção do volante por dois segundos, dependendo da velocidade do veículo, o carro pode andar 50 metros às cegas. Muitos acidentes são provocados por isso”.

O que diz a lei

Segundo o artigo 228 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), transitar ouvindo som em volume ou frequência que não sejam autorizados pelo Contran (Conselho Nacional de Transito) é considerado infração grave, com multa de R$ 127 e acréscimo de cinco pontos na carteira de habilitação.

De acordo com o Contran, para caracterizar a infração, é preciso o uso de um aparelho específico para medição em distâncias pré-determinadas. Elaine ainda explica que, atualmente, é muito difícil caracterizar tal infração, devido à falta de aparelho de medição.

Fonte: InfoMoney

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12 de mar. de 2012

Ser indeciso no trânsito representa perigo para o condutor

Tomar decisões seguras no volante e executá-las com precisão são ações de um bom motorista.

A todo momento, o motorista está tomando decisões no trânsito. Frear ou acelerar? Ultrapassar ou esperar? Dar a vez ou não permitir a passagem de outro veículo? No entanto, problemas podem aparecer se a indecisão começar a minar as situações em que o motorista precisa fazer uma escolha, inclusive acidentes. Tomar decisões firmes e cumpri-las com segurança são tarefas básicas para quem quiser se tornar um bom condutor.

Juliana mostra calota danificada no acidente causado pela dúvida de outro condutor (ANNACLARICE ALMEIDA/DP/D.A PRESS)
Juliana mostra calota danificada no acidente causado pela dúvida de outro condutor

Planejamento é primordial para ser seguro no trânsito, acerto o especialista André Lira (Julio  Jacobina/ DP/ D.A Press)
Planejamento é primordial para ser seguro no trânsito, acerto o especialista André Lira
A estudante Juliana Damasceno pode falar muito bem sobre os transtornos que a indecisão no trânsito pode trazer. Ela conta que, quando estava passando pelo girador que fica na frente da entrada da UFPE, na Várzea, um carro que vinha da BR-101 e seguia sentido Boa Viagem bateu no veículo dela. “Eu tinha a preferência. O acidente só aconteceu porque o motorista não se decidiu em parar definitivamente. Ele ficou achando que eu pararia e nós dois continuamos, até batermos. Foi um transtorno muito grande, tive muita raiva e ainda paguei o prejuízo”, lembra Juliana.

Planejamento. Esta é a palavra que deve guiar o condutor que deseja colocar a insegurança de lado e contribuir para um trânsito mais seguro. Quem dá a dica é o instrutor da Cooperativa Especializada em Trânsito (Coopetrans) André Lira. Segundo ele, se um motorista planeja todo o itinerário que fará no trânsito e sai de casa com tempo de sobra para fazer todo o percurso com calma, a segurança das suas atitudes ao volante se elevará. “Com tranquilidade, as decisões tomadas poderão ser mais sábias, já que não estão sendo acompanhadas da pressa”, completa André.

O conhecimento da legislação de trânsito também é essencial para o motorista que deseja tomar decisões seguras. O instrutor de direção defensiva da autoescola Ctran, Ygor Valença, explica que muitas pessoas fazem cursos apenas para tirar a habilitação e não apreendem realmente os ensinamentos. “Eles conseguem pegar a CNH, mas não têm em mente as regras básica da legislação. Se um aluno desse entra numa rua e vê o meio-fio pintado de amarelo ou de branco vai ficar sem saber o que fazer direito porque não tem ideia do que aquilo significa”, exemplifica Ygor.

Para instrutor Ygor Valença, conhecer o funcionamento mecânico do carro é essencial (BLENDA SOUTO MAIOR/DP/D.A PRESS)
Para instrutor Ygor Valença, conhecer o funcionamento mecânico do carro é essencial

O instrutor também afirma que o condutor deve ter uma noção do funcionamento mecânico básico do automóvel, conhecendo como se ligam os faróis, limpadores de parabrisa e desembaçador, por exemplo. “Diferentes modelos de veículo podem possuir diferente maneiras de se acionar esses comandos. Saber onde está cada coisa dá segurança“, pontua.
  
Medo

Indecisão pode significar inexperiência


Segundo o neuropsicólogo Carol Costa Júnior, no ser humano normalmente a indecisão está ligada à insegurança, que por sua vez está frequentemente vinculada à falta de experiência. “Temos medo de tudo o que não conhecemos. Com o trânsito não é diferente. Quando o motorista se depara com uma situação pela qual nunca passou no volante, naturalmente fica inseguro sobre como proceder naquele momento e aí a dúvida pode se instalar”, explica Costa Júnior.

Fonte: André Lira e Ygor Valença, instrutores de direção defensiva

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3 de mar. de 2012

Estresse no trânsito: saiba como superar esse perigoso inimigo

Não se pode mais deixar de correlacionar os constantes engarrafamentos de trânsito nas saturadas vias dos grandes centros urbanos –nas rodovias o fenômeno também é observado nos congestionamentos durante os feriadões- face o crescimento da frota de veículos e a consequente diminuição dos espaços viários, ao que se convencionou chamar de ‘estresse no trânsito’.

Em dias de tempestade e ruas alagadas e intransitáveis a coisa é ainda pior. Além disso, a violência criminal, trazida em grande parte nos últimos anos pelo aumento do consumo e tráfico de drogas no país, gerando na população a síndrome do pânico e o medo concreto e presumido do crime (ninguém se sente seguro num sinal de trânsito em local ermo), também contribui sobremodo para o estresse no trânsito, uma grave doença social dos tempos modernos.

Estamos diante de um perigoso inimigo que produz, pois, o desequilíbrio emocional e muitas vezes torna-se fonte geradora de crimes e grandes tragédias. Basta que se tenha ao alcance uma arma de fogo ou uma chave de rodas, chave de fendas, barra de ferro ou a fúria descontrolada da força física e emocional como ferramentas para causar no outro motorista grave lesão ou a morte ou se tornando, num efeito bumerangue, a vítima de uma briga de trânsito. Passada a crise de estresse vem o arrependimento tardio dos oponentes.

Ou seja, o estresse é sem dúvida causa de hiperagressividade no trânsito criando até mesmo monstros assassinos do volante. O pior é que se verifica que o volante de um carro também tornou-se uma forma disfarçada de descontar nossas frustrações em relação a outros problemas do cotidiano. É o que a psicologia chama de “transferência”. Ao invés de expressar nossos sentimentos ao que ou a quem está nos causando irritação, acabamos direcionando e estourando nossos problemas no volante de um carro.

A própria Psicologia de Trânsito, ramo da referida ciência que estuda o comportamento humano na condução veicular, não consegue explicar o que faz com que pessoas de boa educação e de convívio social pacífico transformem-se em hiperagressivos, deseducados e estressados do volante, verdadeiros donos do seu espaço e dos demais em vias públicas. Uma simples discussão no trânsito, o arranhão ou amassado em nosso veículo causado pelo outro -nunca achamos que a culpa é nossa- ou uma fechada durante o deslocamento pode ser a gota d’água para uma tragédia. A nefasta cultura da propriedade do bem material, cada vez mais arraigada pela ambição desmedida do homem (cultura do ter e não do ser) sobrepuja, no trânsito, o respeito até mesmo à vida do próximo. Isso também é fato real.

Para superar os problemas inerentes ao estresse ao volante veja o que escreveu a respeito do tema a consultora de qualidade, a norte-americana M. J. Ryan, autora do livro “O Poder da Paciência” e outros títulos. Ryan conta que sua amiga Sylvia Boorstein, certa ocasião, falou-lhe sobre um motorista com quem ela uma vez ficou presa em um engarrafamento quando estava indo participar de um programa (ao vivo) de televisão. O motorista trabalhava para a emissora e, portanto, sabia o quanto era importante cumprir o horário. No entanto, embora estivessem praticamente parados, ele não perdeu a calma uma única vez e conseguiu fazer com que ela chegasse pontualmente. Quando Sylvia perguntou o que lhe dava capacidade de ficar tranquilo apesar das enervantes circunstâncias em que se via envolvido todos os dias, o homem explicou: “O que faço poderia se tornar uma dor de cabeça pra mim se eu permitisse que assim fosse”, disse.

Ryan diz que este motorista sabia algo que muitos de nós precisamos lembrar: “PODEMOS ESCOLHER A MANEIRA PELA QUAL REAGIMOS ÀS SITUAÇÕES EM QUE NOS ENCONTRAMOS (grifo nosso). Prossegue em seu ensinamento afirmando que para a maioria de nós, essas circunstâncias envolvem imensas quantidades de tempo em ruas e estradas engarrafadas. “Passamos muito tempo no trânsito, o trajeto de ida e volta do trabalho é o horário ideal para se praticar a paciência. A paciência fará com que não causemos acidentes ao ficarmos mudando de pista o tempo todo, a manter a distância necessária do carro da frente no anda e para e não darmos cortadas nos outros veículos. E quando os outros motoristas se comportarem mal conosco, a paciência nos permitirá evitar uma confrontação cujo resultado pode ser desastroso. Se um motorista agressivo ou uma simples fila de carros parados o está irritando, é útil relaxar conscientemente seu corpo, especialmente suas mãos que seguram o volante. Olhe a paisagem em volta, descubra uma excelente estação de rádio ou ouça CDs. Note a diferença que a escolha de manter a calma faz em seu percurso e na maneira como você se sente ao chegar”, completa a famosa escritora americana.

Outro ensinamento interessante e muito simples é sobre o controle da respiração sobre o estresse momentâneo ao volante, citado pelo escritor alemão Eckhart Tolle em seu livro “O Poder do Agora”. Tolle lembra que nessa situação respirar fundo é fundamental. “Observe atentamente a sua respiração, sinta o abdômen inflar e contrair-se levemente, a cada inspiração e expiração. Em alguns segundos entre em contato com o seu corpo interior e tome consciência da serenidade. Só se estivermos conscientes seremos capazes de usar a mente de forma criativa”, diz o escritor.

O fato é que trânsito e estresse são temas correlacionados atualmente. E é uma relação cíclica, sem causa e efeito delimitados. Um ajuda a alimentar o outro. Ressalte-se também que ações de exibicionismos e imprudência ao volante de um carro ou na condução de uma motocicleta, pelo excesso de velocidade e manobras arriscadas, numa perigosa demonstração de perícia, são frequentes sintomas em condutores que passam por algum tipo de estresse e buscam nas “sensações” da direção veicular uma forma de ”catarse” e fuga.

Com a palavra os estudiosos em Psicologia de Trânsito. Há um perigoso exército de homens-bombas e mulheres-bombas no trânsito brasileiro, prontos a explodir a qualquer momento, acometidos da grave doença social do estresse ao volante. Se considerarmos, por exemplo, que de cada três entre dez habitantes da capital paulista apresentam algum transtorno mental, como mostrou recentemente o Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas de São Paulo, e se observarmos que muitos destes são condutores de veículos, concluímos que o perigo do estresse no trânsito é ainda muito pior.

A paciência, como estratégia do bom senso, até que se prove em contrário, continua sendo o melhor remédio. É melhor perder um tempo, com calma, ao volante de um veículo do que ser dominado pela fúria e pelo estresse do trânsito. É uma simples questão de escolha. Uma linha muito tênue entre a vida e a morte.

*Milton Corrêa da CostaCoronel da reserva da PM do Rio de Janeiro

2 de mar. de 2012

Audiência do Blog em fevereiro de 2012



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Trânsito passa a influenciar escolha de moradia dos brasileiros

Muitas pessoas estão preferindo apartamentos menores e pertos dos seus trabalhos do que aqueles longe do centro e com grande metragem. 

Quando o funcionário público Valdeck Almeida pensou em trocar de apartamento, uma coisa ele tinha na cabeça: o local devia ser perto do trabalho. Depois de um longo tempo sofrendo com o trânsito na cidade de Salvador (BA), o objetivo de Valdeck era ganhar algumas horas preciosas de seu tempo. “Eu me irritava com todos os colegas no trabalho e atendia ao público com rispidez. A pior situação que passei no trânsito foi de quase quatro horas preso dentro de um ônibus. Parei para pensar e resolvei que o melhor era mudar de bairro para não ficar dependente do carro e de ônibus”, ressalta.

A mudança fez com Valdeck trocasse um apartamento de três quartos por um quarto e sala. E quem acha que isso foi um problema, está enganado. “Mudei e tudo melhorou. Moro a 500 metros do trabalho, vou caminhando todos os dias. Gasto poucos minutos no trajeto, não chego atraso, não chego suado, estressado e nem cansado. Minha qualidade de vida mudou totalmente, pois a caminhada me ajuda como exercício e até dá pra almoçar em casa, descansar um pouco e continuar a jornada”, comenta o funcionário público.

A escolha tomada por Valdeck em uma residência perto do trabalho, mesmo menor, está se tornando uma opção cada vez mais frequente para milhares de brasileiros. De acordo com Fábian Marian, professor da Pós-Graduação em Psicologia do Trânsito da Universidade São Francisco, isso acontece porque a interrelação entre pessoas e ambientes está pesando na hora de escolher onde morar. “As pessoas tendem a buscar ambientes que ofereçam possibilidades e alternativas de desenvolvimento e sobrevivência”, destaca o professor. E não é só a moradia que está sendo levando em conta quando o assunto é mobilidade. A escola dos filhos, práticas de lazer e até o restaurante para jantar estão sendo definidos pela distância e período que a pessoa pode perder no trânsito.

Construtoras de olho nesse mercado

Sem sombra de dúvida, os moradores da cidade de São Paulo são os que mais sofrem com o trânsito na América Latina. Uma pesquisa divulgada recentemente pela rede Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, destacou que as pessoas gastam, em média, 2h49min se locomovendo dentro da cidade. Ainda de acordo com a pesquisa, o paulistano vê o trânsito como o segundo maior problema da cidade, atrás apenas da saúde.

Por conta disso, o mercado imobiliário do centro de São Paulo e de bairros comerciais está ganhando cada vez mais prédios residências. Uma das empresas que identificaram o potencial desse mercado foi a Requadra Desenvolvimento Imobiliário, uma incorporadora especializada em lançar empreendimentos compactos na região central da cidade, com o objetivo, justamente, de diminuir a locomoção das pessoas e melhorar a qualidade de vida.

De acordo com Marcos França, diretor comercial da Requadra, “o trânsito, sem dúvida, é um dos principais motivos pela procura de apartamentos, já que afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas que passam horas diariamente dentro do carro ou ônibus”. Para o diretor comercial, outro fator relevante é a possibilidade de se fazer muitas coisas a pé. “Quando o empreendimento tem uma localização privilegiada, a cidade está à sua porta, com muitas opções de serviços e lazer”, ressalta.

E a tendência de optar por moradias perto do trabalho deve crescer ainda mais nos próximos anos, acredita Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora. “A mobilidade urbana já é uma das questões mais importantes para o brasileiro. Só os paulistanos, hoje, gastam 30% do seu tempo útil presos nos engarrafamentos. E isso afeta também o tema da sustentabilidade, que vem sendo pauta importante entre as famílias paulistanas. Ao morar perto do trabalho, por exemplo, usa-se menos o carro, o que – consequentemente – diminuiu a poluição”, acredita Frankel.

Fonte: Administradores.com – O portal da administração

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Conheça as novas tecnologias para evitar acidentes de carro

Tecnologia contra acidentes

Pesquisadores da indústria automobilística e médicos trabalham em vários projetos que buscam novas tecnologias para reduzir acidentes de carros e torná-los menos fatais.

Mais de 1 milhão de pessoas morrem em acidentes de carro a cada ano no mundo. Na maior parte das vezes, segundo pesquisadores, erros de julgamento do motorista são as principais causas de acidentes.

Para tentar evitá-los, cientistas e engenheiros ligados a grandes montadoras estão desenvolvendo tecnologias que ajudem a reduzir o número de colisões.

Novos protótipos trazem sistemas que preveem e corrigem problemas causados por más condições de tempo e por erros do motorista.

Outros programas e dispositivos permitem minimizar danos provocados aos passageiros e ajudam a tornar o atendimento médico mais ágil e eficiente. Conheça alguns dos projetos em desenvolvimento.

Conheça as novas tecnologias para evitar acidentes de carro

Frenagem inteligente: sistema de sensores permite que o carro consiga frear automaticamente. 

Frenagem inteligente

Na pista de testes da empresa Volvo, na Suécia, o cientista Erik Coelingh testa uma tecnologia de frenagem automática para garantir que os carros parem quando detectam a aproximação de outro veículo pela frente ou pelos lados.

"O carro tem um sistema de sensores que tenta detectar onde estão os objetos ao redor dele. Há um GPS e um sensor no teto que permite medir a localização de outros veículos", explica.

Ele diz que os testes preliminares obtiveram bons resultados. Dentro do carro com a tecnologia de frenagem automática, Coelingh pisou no acelerador, mas parou na pista antes de atingir o veículo inflável usado para a experiência.

O pesquisador diz ter objetivos ambiciosos para a pesquisa que está conduzindo. "Acreditamos que acidentes não são inevitáveis."

"Temos uma visão de que no futuro não haverá mais colisões, nem mais acidentes fatais com veículos", conta.

Conheça as novas tecnologias para evitar acidentes de carro

Câmeras infravermelhas filmam o motorista para monitorar a posição de sua cabeça e a direção de seu olhar na estrada. Em situações de pouca visibilidade o sistema realça pontos da estrada.

Pára-brisa que 'amplia' visão

Cientistas do laboratório de pesquisa da General Motors em Detroit, nos Estados Unidos investigam maneiras de fazer com que o carro compense falhas na visão do motorista.

Eles estão desenvolvendo um protótipo de pára-brisa que pode dar aos condutores dos carros uma espécie de visão aumentada de determinados pontos da estrada. A tecnologia se chama Sistema de Visão Avançada (Advanced Vision System no original em inglês).

"Nosso objetivo não é mudar a percepção que a pessoa tem do mundo, mas ressaltar pontos importantes", diz o coordenador do projeto, Thomas Seder.

Em momentos de dificuldade, o carro pode realçar determinadas partes do trajeto ou pontos de referência para ajudar o condutor.

"Uma das situações mais comuns em que podemos ajudar é quando a pessoa está dirigindo em uma estrada com neblina", diz Seder.

"Podemos enfatizar as margens da estrada, aumentando a realidade e tornando-as mais aparentes para que a pessoa possa liberar sua atenção para outras coisas importantes."

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Bonecos de teste de colisão podem ganhar bases de dados virtuais. [Imagem: BBC]

Boneco de testes virtual

Bonecos de testes, que sempre estiveram no centro das pesquisas sobre segurança de automóveis, parecem estar com seus dias contados.

No que esta sendo visto como o maior esforço coordenado de pesquisa na história da segurança automobilística, cientistas estão desenvolvendo bonecos virtuais para testes de colisão.

Os bonecos meramente físicos atuais simulam as dimensões, as proporções de peso e articulações do corpo, mas os pesquisadores consideram que eles não são suficientemente representativos dos humanos.
Para calcular melhor as variáveis físicas envolvidas em um acidente, cientistas ao redor do mundo tentam descobrir qual é a força máxima de impacto que cada parte do corpo consegue suportar antes que ocorram danos irreparáveis.

A informação armazenada conseguirá atualizar os bonecos com uma espécie de modelo virtual, que poderá prever o exato momento em que as forças da colisão se tornam fortes demais para as pessoas.

Warren Hardy, um dos cientistas que trabalha no projeto, acredita que bonecos virtuais irão revolucionar a segurança nos carros.

"Há uma série de razões para seguir em frente com esse tipo de modelo, em oposição ao modelo físico. No mundo virtual podemos fazer muito mais por muito menos", diz.

Carro que prevê ferimentos

O programa "Algoritmo de Urgência" (Urgency Algorithm, no original em inglês) ajuda o carro a alertar os centros de emergência de incidentes que coloquem os passageiros de qualquer veículo em perigo.

O projeto aproveita uma tecnologia de localização já disponível em milhares de veículos na América do Norte, que permite que o carro envie uma mensagem com sua localização a um destinatário escolhido.

O cirurgião de trauma do Jackson Memorial Hospital Jeff Augenstein, que coordena os testes do programa, explica que, instalado no computador do carro, ele também transmite informações detalhadas sobre as forças de colisão a que os passageiros foram expostos durante um acidente.

"O programa reúne todos os dados que o carro fornece, como mudanças de velocidade, a velocidade com que o carro freou e qual foi o ângulo do primeiro impacto, e determina se a batida pode causar ferimentos mais sérios ", explica.

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O robô permite que o médico visualize a vítima e se comunique diretamente com a equipe que trabalha na unidade de acidentes e emergência. [Imagem: BBC]

Médico robô
Médicos no Jackson Memorial Hospital em Miami, na Flórida, estão desenvolvendo um robô que pode ser controlado remotamente por um cirurgião. A tecnologia é conhecida como "telemedicina" avançada.

O cirurgião Antonio Marttos, que participa dos testes com a máquina, conta que o robô permite que ele possa visualizar a vítima e se comunicar diretamente com a equipe que trabalha na unidade de acidentes e emergência.

Controlando as câmeras no robô, Marttos consegue fazer um diagnóstico rápido dos pacientes que são trazidos à unidade e dizer à equipe quais são os procedimentos médicos de que o paciente pode precisar imediatamente.

Os pesquisadores explicam que a tecnologia é importante para garantir que as vítimas de acidentes sejam tratadas ainda na primeira hora após o impacto, considerada como a mais crítica.

Marttos acredita que oferecer tratamento rápido e especializado para vítimas de acidentes pode poupar tempo e vidas.

"Eu posso ajudar a enfermeira ou o médico de plantão à distância, e posso fazer com que eles tenham a melhor opinião técnica sempre", diz.

Ele também participa do desenvolvendo um pequeno dispositivo que pode ser levado aos locais em que os acidentes aconteceram, para monitorar as vítimas antes mesmo do transporte até o hospital.

"Posso ajudar as pessoas a lidar com o paciente e, quando ele chegar aqui, eu saberei o que estou recebendo."
 Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologias-contra-acidentes-carro&id=010170110210#.T02LRahfRGg.facebook - Acesso em 02/03/2012