12 de jun. de 2015

Curso de Métodos e Técnicas Educativas para a Mobilidade Segura, em Belém/PA


Curso realizado no Detran do Pará, nos dias 25, 26 e 27 de maio de 2015, com Irene Rios e Rodrigo Calistro.








Pontos positivos do curso, segundo os participantes

Simpatia dos educadores, a segurança de socializar os conteúdos, as atividades pedagógicas, entre outros. (Elizabeth Carvalho de Oliveira)

Lúdico, interpretação de textos, contação de histórias, narrações, teatro de bonecos, metodologia para elaboração de projetos, matemática, física e geografia na educação para o trânsito. (Elma Leal – Assessora)

Planejar para o projeto. A sua didática, apresentação diante do público. Fazer reflexão se o conteúdo está sendo aprendido. Saber como iniciar um assunto e não se tão repetitivo. Ter conhecimento do assunto para estar preparado em situações argumentativas. (Esmerinda Angélica Diniz Carvalho)

Explicação da professora Irene Rios, excelente. Contador de histórias, Rodrigo, excelente. Os conteúdos ministrados e suas metodologias foram ótimas. (Fátima)

Todo curso foi ótimo e de qualidade, desde a criação de história até o planejamento de ações para a educação. (Jakson Silva Andrade)

Métodos e técnicas para trabalhar a temática trânsito. Contação de histórias. Manipulação e confecção de bonecos. (Laura Norat)

As formas de trabalhar com imagens, sem texto, através da contação de histórias. O uso do livro didático (experiências de grupo). Flexibilidade de ambos: Irene e Rodrigo, no sentido de ouvirem os participantes. A troca e interação dos grupos nas atividades. A forma como a professora Irene Rios trabalhou e abordou a transversalidade. (Maria Inêz)

Slides utilizados com bastante informações. (Maricléia Farias Vieira)

As metodologias de como aplicar os questionários para identificar os problemas foram muito boas. (Max Leal)

A proximidade de diálogo com os professores. Discussão dos aspectos da realidade. (Rose)

Conteúdo programático, facilidade de transmissão, fazer compreender, interação com o grupo. 

Conteúdo apropriado, oportunidade de conhecimento e comunicação. 

O domínio do professor Rodrigo na confecção de bonecos e seus movimentos. Como trabalhar projetos, com Irene Rios, os métodos para trabalhar o trânsito. 

Conteúdo do curso. Vídeos. 

Vídeos novos. 

Associação dos conteúdos com a prática. 

Didática, dramaturgia, métodos científicos.

Depoimentos dos Participantes

Excelência de qualidade, alto valor de capacitação, de grande relevância para o acréscimo dos conhecimentos, recebidos de mestres, com eficiência, segurança e credibilidade, que transformam o ensinamento em técnicas de ensinar e fazer aprender com clareza. Maravilhoso! (Elma Leal – Assessora)

Foi bastante proveitoso os três dias, possibilitou a renovação de nosso aprendizado e percebemos que estamos no caminho certo. Valeu revê-la e ter renovado meu aprendizado, bem como ter conhecido o educador Rodrigo Calistro, um grande contador de história. Beijos e abraços de sua fã. (Elizabeth Carvalho de Oliveira)

Gostei do curso e da oportunidade de participar. Gostei da ênfase e da demonstração da importância de se ter um bom método para alcançar os objetivos. (Esmerinda Angélica Diniz Carvalho)

Aprendi muito com este curso, com a professora Irene e o contador de histórias, Rodrigo, pois precisamos salvar vidas urgente. Levarei os conhecimentos assimilados para o nosso projeto “Trânsito Livre para a Leitura”, tentarei aplicá-los e melhorar as ações da biblioteca. (Fátima)

Parabéns aos palestrantes. Curso de qualidade, com várias informações, resultados para o crescimento de nosso conhecimento. (Jakson Silva Andrade)

Sou fã de Irene e Calistro, são ótimos, comprometidos com as lutas e sonhos de um mundo melhor. Trabalham com amor e dedicação, nos levando a reflexão. Aprendi muito, muito...muito nesses poucos dias. Pena que foi curto e devido as muitas atividades paralelas, tive que, em alguns momentos, me ausentar. (Maria Inêz)

Todo conhecimento é bem-vindo, acredito que as informações adquiridas irão servir ricamente nas nossas atuações profissionais. (Maricléia Farias Vieira)

Vou poder usar os aplicativos de maneira mais pontual e técnica. (Max Leal)

Veio preencher uma necessidade, face minha formação neste momento. Enriqueceu bastante, pelo conteúdo, troca de experiências, oportunidade de pesquisa e material didático. Compartilhar informações enriquece. Seria muito bom elaborar um relatório e buscar a possibilidade de colocar em prática junto aos gestores locais. (Rose)







10 de jun. de 2015

Pobre Profissional do Volante!

Instituída a escravidão nas rodovias.
Na lei dos caminhoneiros, sancionada recentemente, encontramos coisas incompatíveis com o bom senso. Jornadas de trabalho desajustadas com outras categorias, desobediência à consolidação das leis trabalhistas, com a qualidade de vida do trabalhador, com os riscos a que é submetido e com a discriminação. Para caracterizarmos isso, vamos avaliar o tempo de trabalho permitido bem como a obrigatoriedade do exame toxicológico.
Por Dr. Dirceu R. Alves Jr.
Estamos longe de encontrarmos soluções para redução dos nossos acidentes, de mortes, sequelas, perdas patrimoniais, famílias que ficam no desalento, desprotegidas e que certamente produzem grande prejuízo social.
Não podemos pensam que o motorista ao sentar-se na direção veicular sai a passeio. Que sentado, vendo paisagens diferentes está fazendo uma higiene mental e com isso pode tolerar 12 a 13 h de jornada de trabalho. Também não podemos ignorar que a cada 4 h na direção veicular o homem tem lapsos de atenção, que com 8 h tem déficit de atenção e que acima disso o risco de acidente aumenta em duas vezes.

Ignora-se ainda que a vibração de corpo inteiro, o ruído uniforme e contínuo, o movimento pendular do tronco e da cabeça, as imagens que passam no seu campo visual durante toda a jornada são fatores indutores da fadiga e do sono. Fora isso, se incorpora os distúrbios do sono, principalmente da privação do sono, coisa comum entre os caminhoneiros decorrentes de um repouso em local inadequado, dentro da boleia, na rede pendurada, contrariando o que é recomendado pela higiene do sono. A vibração de corpo inteiro capaz de levá-lo ao final da jornada à exaustão física. A alimentação de rua, o estresse físico, psicológico, social, o medo de ter um acidente, de causar dano a terceiros e ao patrimônio, de ser assaltado, sequestrado e até morto.

Não se pode permitir que um trabalhador submetido à agressão física, caracterizada pela vibração e o ruído já citados, a variações térmicas e climáticas, a risco químico em decorrência de exposição a gases, vapores, poeiras, fuligem além dos produtos químicos que possa estar transportando, não tenha limite restrito a tal exposição. Ainda o risco biológico pelo fato de estar submetido a doenças endêmicas, infecto contagiosas, doenças tropicais, nas diversas regiões por onde transita, além das condições de higiene precária na boleia e do próprio corpo e também quando transporta cargas orgânicas. O risco ergonômico pelo trabalho repetitivo que executa e dependendo das condições de manutenção do veículo submetendo-o a maior esforço.  Ainda o risco de acidentes, de problemas com cargas perigosas, com o isolamento da família e da sociedade, desenvolvendo trabalho em situação de isolamento.

Não se pode entender que submetido a tantos agentes agressivos e nocivos possa ser visto como um trabalhador comum. Não o é.


O Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) não pode estar ausente e tão pouco furtar-se a criticar a lei ora sancionada por ser uma lei avessa às necessidades da sofrida classe trabalhadora que é uma das responsáveis pelo progresso desse país.

Este trabalho é para todos nós, que estudamos, pesquisamos e temos nossa atenção voltada para a máquina, o homem e o meio, é de extrema penosidade e acreditamos que haverá uma revisão dessa matéria com objetivo maior de redução de custos para o país, redução dos óbitos que todo dia estão em nossas manchetes e que é o principal fator da nossa luta pela vida.

As causas primordiais de acidentes em nossas rodovias são fadiga 18% e sono 42% perfazendo uma estatística alarmante de 60% de todos os nossos acidentes. Vale a pena lembrar que 93% dos acidentes acontecem por falha humana. Costumamos dizer que hoje, em todo acidente rodoviário tem um motorista profissional envolvido e que o motivo principal é o excesso de jornada de trabalho.

Defender essa classe trabalhadora das agressões do trabalho e das jornadas longas não pode ser  diferente do médico e da enfermeira que têm uma jornada de 6hs e o risco é a insalubridade, do funcionário do banco com risco ergonômico e do telemarketing que trabalha  apenas 6 h, e o risco físico caracterizado pelo ruído sendo responsável por essa jornada reduzida.

Motoristas usam drogas porque são explorados, escravizados numa atividade de alto risco para si e para terceiros. Salários e fretes insuficientes diante de combustíveis, pedágios, manutenção caros.

Leigos, em nossas câmaras legislativas, aprovam leis sem uma consultoria especializada. Melhor remuneração seria o suficiente para redução da jornada de trabalho, redução das mortes e sequelados oriundos das estradas e permitindo uma melhor qualidade de vida. O uso de drogas pelos caminhoneiros é pela sobrevivência já que não conseguem remuneração adequada ao sacrifício que são submetidos. O governo, empresário, o embarcador, os levam a trabalho extremamente sofrido.

O exame toxicológico é uma afronta ao trabalhador, é achincalho discriminatório, humilhante já que jamais poderá ser correlacionado a possível acidente. Lembro que o exame é de larga janela, janela essa que tem noventa dias.

O que é o exame:

Material a ser coletado:
Tufo de cabelos ou raspado de unhas.

Objetivo a detectar:
Drogas: Maconha, cocaína e derivados, anfetaminas, metanfetaminas, ecstasy, opiáceos e codeína.

Quem faz a coleta do material:
 Profissional da área de saúde com treinamento especializado.

             Custo:                        Coleta do material: R$ 40,00
                                                 Exame toxológico: R$ 320,00 
                                                 Total:  R$ 360,00          
  Surgem as perguntas:
  • Determina o dia e a hora que a droga foi usada?   Não
  • Pode o motorista usar a droga fora do seu horário de trabalho? Sim
  • Nesse caso ocorre punição?  Não
  •  O usuário para a lei brasileira é um criminoso?  Não.
  • Caso positivo o resultado, poderá ser pedido contra prova?  Sim.
  • Quanto tempo se levará com o trabalhador afastado do trabalho, caso positivo?
  • Tempo indeterminado.
  • Compromete a perícia médica do INSS?  Sim
  • A fraude é possível?  Sim, o usuário poderá manter o uso da droga para manter-se recebendo auxílio doença.
  • O álcool pode ser usado no período de lazer. E a droga?
  • O exame deu positivo, o empresário pode mandar embora?
  • Não, ele é um dependente químico. Deve tratá-lo.
  • Ora, porque se faz uso do bafômetro nas blitz?
  • Para se constatar a presença de álcool na direção veicular.
  • Porque as outras drogas não são assim?
  • Interessa a alguém se o sujeito passa o domingo bebendo ou usando droga fora de sua jornada de trabalho?
As drogas na direção veicular precisam ser combatidas diariamente. É necessário entendimento, compreensão de todos, para não gerarmos o sacrifício financeiro de %u201Cnovo pedágio%u201D, vamos chamar assim, além da crucificação do nosso caminhoneiro.

O país que está à beira da legalização da droga, comprova a agressão que está sendo feita.

*Dr. Dirceu Rodrigues Alves é Diretor de Comunicação e chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Abramet - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

1 de jun. de 2015

Audiência do Site em Maio de 2015



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Cadeirinha para Crianças - Música - Clubinho Salva Vidas



Você sabia que em media, morrem cerca de 1000 crianças no Brasil, por ano, vitimas de acidente de trânsito? Grande parte dessa tragédia foi provocada pela falta de uso da cadeirinha ou cinto de segurança pela criança no veículo.

Quanto vale a vida de uma criança?

Cadastre-se gratuitamente em nosso portal de jogos educativos clicando aqui: http://www.clubinhosalvavidas.com.br/
Obra: Clubinho Salva Vidas
Letra: Irene Rios
Cantor: Mauricio Maia
Autor: Desconhecido
Estilo: Cantiga de roda
Arranjos e Melodias: Mauricio Maia e Mac Gregor
Backing vocal: Jana Botelho
Animação: Interama

LETRA:
Hoje fui andar de carro, rro,
Na cadeirinha, nha
Banco de trás, trás, trás
Eu sentei, tei, tei
Sou criança, ça
Pequenina, protegida pela lei.
Legal!
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31 de mai. de 2015

Motoristas de ônibus experimentam vida de ciclistas por um dia

Empresas de ônibus de Fortaleza estão promovendo troca de papéis para aumentar a segurança no trânsito.


As empresas de ônibus de Fortaleza estão promovendo uma troca em busca de mais segurança: puseram os motoristas para andar sobre duas rodas.
Quando um veículo de quase 20 toneladas divide o mesmo espaço com uma moto ou bicicleta, é preciso respeitar limites pra ninguém se machucar. "Se vacilar, eles batem e a gente fica no chão", queixa-se o auxiliar de serviços gerais Josias Barbosa. "O ciclista tem que ser educado, também. A responsabilidade maior, lógico, é da gente", afirma o motorista José Onofre Saraiva.
Do ponto de vista do motorista de ônibus, as bicicletas, muitas vezes, são um obstáculo, um incômodo no meio do trânsito. Do ponto de vista dos ciclistas, os ônibus são uma ameaça que limita o espaço de maneira desproporcional. Por isso, essa convivência precisa melhorar.
Para uma empresa de ônibus de Fortaleza, o caminho foi colocar os motoristas sobre duas rodas. E sentindo o que é ter um ônibus passando bem perto das motos e bicicletas onde eles estão.

O motorista Marcos Aurélio Costa diz que a sensação de estar na bicicleta, com o ônibus passando ao lado, não é boa. "A sensação é de risco muito intenso: o vento, aquele carro grande passando por você, você tem aquela sensação de cair, de ser empurrado pro meio fio", conta ele.
Mas isso só acontece se a distância estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro para ultrapassar bicicletas não for respeitada. O instrutor explica que o motorista deve deixar um espaço de um metro e meio entre os dois.
No Recife, a partir de julho, quem não demonstrar que domina esta regra vai ser reprovado no teste para tirar carteira de habilitação. Em Fortaleza, a prova para os motoristas de ônibus é na prática do dia a dia, com o instrutor do lado.
Em poucos meses de treinamento, a atitude dos motoristas já mudou. E os motoqueiros e ciclistas não são os únicos beneficiados. "O motorista passa a respeitar mais o pedestre, passa a respeitar a faixa preferencial. Isso cria um clima muito positivo no sistema de transporte", explica o diretor da empresa, Mário Albuquerque.

Clique aqui para assistir a reportagem!

Fonte:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/05/motoristas-de-onibus-experimentam-vida-de-ciclistas-por-um-dia.html - Acesso em 31/05/2015

Idosos estão cada vez mais em risco no trânsito

Idosos em risco
Estatísticas mais recentes mostram que acidentes envolvendo pessoas com mais de 65 anos têm aumentado assustadoramente, principalmente nas grandes cidades. “A população brasileira está vivendo, na média, 11 anos a mais do que vivia há três décadas. Essa é uma ótima notícia, mas que vem acompanhada de grandes desafios, e um deles é adaptar o trânsito a essa nova realidade”, explica Elaine Sizilo, pedagoga e especialista em trânsito.


Nos próximos oito anos, a parcela de idosos na população brasileira passará dos atuais 11% para 14,6%. Já em 2040, os indivíduos com 60 anos ou mais de idade representarão mais de 27% dos brasileiros. Em termos absolutos, o número de habitantes nessa faixa etária deixará o patamar atual de cerca de 21 milhões de pessoas, para beirar os 30 milhões em 2020, chegando a ultrapassar a marca dos 55 milhões de indivíduos em menos de três décadas, segundo o IPEA.

De acordo com a Seguradora Líder, que administra o DPVAT, nos últimos cinco anos, as ocorrências de acidentes envolvendo idosos tiveram um crescimento de 33%. Embora a quantidade de óbitos seja menor que a quantidade de casos de invalidez permanente, no período analisado os casos de morte cresceram 40%, contra 28% de invalidez.

Ainda de acordo com os mesmos dados, em 2012, acidentes com automóveis representaram 50% das ocorrências indenizadas envolvendo idosos, sendo que, 63% destas indenizações foram por atropelamentos.

“O processo natural do envelhecimento afeta a visão, a audição, o apetite, o sono, o equilíbrio, enfraquece a musculatura e os ossos. Isso afeta bastante a capacidade cognitiva do idoso, capacidade essa, que é fundamental no trânsito”, explica Sizilo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia a Traumatologia (SBOT), o cenário é mais grave ainda, pois a recuperação de um acidente depois dos 60 anos é mais lenta, requer mais cuidados e, em muitos casos, piora a saúde do idoso, devido a complicações que ocorrem quando a pessoa precisa permanecer na cama, imobilizada, deitada de costas, durante muito tempo .  

Segundo Sizilo, se nada for feito em relação a isso, a tendência é a situação piorar. “Para qualquer pessoa idosa é muito importante manter a sua participação ativa na sociedade, movimentando-se livremente como um pedestre ou como motorista. A independência e autonomia que o trânsito oferece são indispensáveis para manter a sua qualidade de vida”, diz a especialista.

Em Curitiba, por exemplo, alguns semáforos de pedestres já foram adaptados pensando nesse novo desafio. A nova tecnologia permite aumentar o tempo de abertura dos semáforos para pedestres  mediante o uso do cartão transporte de idoso ou do cartão de pessoa com deficiência. Os equipamentos serão instalados em 31 pontos da cidade.

Perfil do pedestre idoso

Segundo pesquisa realizada pela Direção Geral de Tráfego (DGT), da Espanha, os idosos têm o seu aspecto mais vulnerável quando circulam como pedestres. E alguns dos principais problemas enfrentados por eles nesta situação são distinguir a cor das luzes e perceber a velocidade efetiva dos veículos na via, além da distração, presente, com mais frequência, nos idosos acima de 70 anos.

De acordo com a pesquisa os pedestres idosos enfrentam um conjunto de obstáculos nas ruas. Dentre eles estão o excesso de velocidade do veículo, a condução imprudente e, em muitos casos, o curto espaço de tempo do semáforo para pedestre.

Dicas de segurança

Segundo Elaine Sizilo, algumas dicas são muito importantes para reduzir os riscos e garantir a segurança dos pedestres idosos.  São elas:

- Para atravessar a rua, esperar sempre o sinal de pedestre ficar verde ou nos locais sem semáforo, pedir ajuda para outra pessoa.

- Nunca parar no meio do cruzamento e atravessar em linha reta.

- Ao andar na calçada, preferir ficar longe do meio-fio, para evitar que uma tontura ou tropeço leve o idoso a cair na via, perto dos carros.

- Evitar carregar peso.

- Usar sapatos adequados e ter muito cuidado com buracos, troncos de árvores ou locais acidentados, que podem causar uma queda; 

- Ao sair de um veículo, escolher o lado da calçada para desembarcar.

Fonte: 

Simulador de impacto mostra a importância do cinto de segurança

20 de mai. de 2015

Curso de Métodos e Técnicas Educativas para a Mobilidade Segura, com Irene Rios, em São Luís/MA

Curso realizado em São Luis/MA, nos dias 28 e 29 de abril de 2015, para funcionários do DETRAN e CIRETRANS do Maranhão e demais convidados.
























Detran-MA inicia programa de capacitação permanente em Educação para o Trânsito


O Detran-MA deu início nesta terça-feira,  28, ao Curso de Métodos e Técnicas Educativas para a Segurança no Trânsito. Esta é a primeira ação do Programa Permanente de Capacitação em Educação para Trânsito, uma das estratégias elaboradas pelo governo Flávio Dino para reduzir os alarmantes índices de acidentes de trânsito no Maranhão. 
O curso aborda entre outros temas, as causas da violência viária, campanhas educativas para a segurança no trânsito e educação para o trânsito na escola. Com duração de dois dias, o curso é ministrado pela Mestre em Educação para o Trânsito, Irene Rios, e tem como objetivo aprimorar conhecimentos e conscientizar sobre o papel fundamental da educação na segurança viária.
“A educação para o trânsito precisa ser trabalhada de forma plena e constante. Com esse programa de capacitação permanente queremos fortalecer o trabalho de educação para o trânsito nas Ciretrans e com isso reduzir os acidentes de trânsito no interior do estado”, explica o diretor geral do Detran-MA, Antônio Nunes.
As 50 vagas oferecidas no curso foram distribuídas entre servidores da divisão de educação do Detran-MA, Polícia Militar, Departamentos Municipais de Trânsito, Ciretrans, entidades civis e Polícia Rodoviária Federal.
Atualmente, o Maranhão ocupa o primeiro lugar no ranking nacional de acidentes de motos. Presidente Dutra é o município campeão de acidentes envolvendo motociclistas. Para Edvane Marcelino, funcionária da Ciretran de Presidente Dutra, um dos motivos do aumento no número de acidentes envolvendo motos no município e no Maranhão, deve-se, principalmente, à imprudência e a falta de orientação e educação no trânsito. “Nunca houve ação educativa como essa na Ciretran de Presidente Dutra. O fato de podermos aprender  e repassar conhecimento para as outras pessoas, vai ajudar a diminuir os acidentes na cidade”, reforça Edvane Marcelino.
Para a Mestre em Educação para o Trânsito, Irene Rios, a capacitação de profissionais que atuam diretamente com o trânsito é extremamente importante para a redução do alto índice de violência viárias nas cidades. “Durante o curso os participantes aprendem metodologias que ajudam a conhecer melhor o público-alvo e isso ajuda a desenvolver o trabalho com mais qualidade. Eles acabam se tornando multiplicadores de boas condutas no trânsito”, afirma Irene Rios.
Fonte: http://www.detran.ma.gov.br/Paginas/Detalhe/10936 - Acesso em 19/05/2015