8 de ago. de 2012

Vias de Sucesso

Vias de Sucesso é uma coletânea dentro dos grandes temas do trânsito de experiências já consolidadas, com ótimos resultados, que podem vir a ser replicadas. Navegue e mergulhe neste universo para conhecer, refletir, criticar ou incentivar. 

2012
2011
Fonte: http://www.perkons.com/viasdesucesso - Acesso em 08/08/2012

6 de ago. de 2012

Motofretistas e mototaxistas terão até fevereiro para realizarem curso de capacitação



O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu, nesta quinta-feira (02/08), que os motofretistas e mototaxistas terão até fevereiro de 2013, para realizarem curso de capacitação, conforme previsto na Resolução 350/2010.
Como a maioria dos condutores ainda não conseguiu se adequar às novas regras, os conselheiros resolveram prorrogar a data de fiscalização, quanto a obrigatoriedade do curso especializado, que teria início no dia 04 de agosto deste ano, como previsto na Resolução nº 358/2010.
Além da modificação no prazo de fiscalização deste curso, ficaram decididas duas outras importantes alterações. A primeira aumentou o rol de entidades que poderão oferecer os cursos especializados, incialmente, só realizados pelos Departamentos Estaduais de Trânsito e pelo Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). Agora, os cursos poderão ser promovidos também pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) e por entidades de ensino, desde que comprovada a capacidade técnica necessária.
A segunda alteração definiu que o curso pode ser realizado tanto de forma presencial, quanto por ensino à distância (semi-presencial), com o objetivo de facilitar o acesso dos motoristas ao treinamento.
Todas as alterações serão publicadas em resoluções no Diário Oficial da União desta sexta-feira (03/08).

Assessoria de Comunicação Social do Ministério das Cidades.

Conheça as cartilhas informativas sobre air bags e freios ABS


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu que até 2014 todos os veículos produzidos no país deverão conter, obrigatoriamente, dois itens de segurança dos condutores: os air bags e o sistema antitravamento de rodas – freios ABS.
Os dois equipamentos estão previstos, respectivamente, nas Resoluções nº 380/2011 e nº 311/2009 do Contran. A edição dessas normas, para o Departamento Nacional de Trânsito, órgão ligado ao Ministério das Cidades, foi um passo importante para diminuir os índices de mortalidade e acidentes no trânsito. Porém, muitas pessoas ainda não têm noção da verdadeira importância desses itens.
Com o objetivo de esclarecer dúvidas, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) elaborou cartilhas informativas sobre o air bag e o sistema ABS. Nas cartilhas, o motorista pode conhecer, por exemplo, como é acionado o air bag e o freio ABS, seu funcionamento e manutenção de ambos os sistemas.
Veja abaixo as cartilhas!
Assessoria de Comunicação Social do Ministério das Cidades

27 de jul. de 2012

Dinamarca investe em “rodovias” para bicicletas

Enquanto no Brasil a gente ainda discute se as ciclovais são viáveis ou não e se as ciclofaixas contribuem para o aumento do uso da bicicleta como meio de transporte, a Dinamarca já planeja até ‘rodovias’ para bicicletas.
As chamadas Cykelsupersti são longas ciclovias que ligam as áreas mais afastadas de Copenhague ao centro da capital dinamarquesa. Segundo reportagem do New York Times, as ‘rodovias para bicicletas’ são longos caminhos pavimentados (com mais de 20 km de extensão) sem interrupções ou cruzamentos. Essas ‘rodovias’ se interligam com ciclofaixas e ciclorrotas no centro da cidade.
A primeira ‘rodovia para bicicletas’ na região de Copenhague foi inaugurada em abril, e ao menos 26 devem ser construídas nos próximos meses. A ideia é fazer com que as pessoas que moram a até 25 quilômetros do centro de Copenhague deixem o carro em casa e usem a bicicleta – em conjunto com o sistema de trens e metrô – para chegar ao centro da capital.
O foco do projeto é atingir a pessoa que mora mais afastada do centro, que geralmente usa o carro ou o transporte público para ir até a cidade. As ‘rodovias para bicicletas’ são bem parecidas com as estradas para veículos – bem asfaltadas, bem sinalizadas, bem iluminadas e sem interrupções. No total, as ‘rodovias’ cruzam 20 cidades localizadas na região de Copenhague.
“Um ciclista comum pedala cerca de 3 a 5 quilômetros para o trabalho. Nós apenas pensamos em como fazer com que as pessoas fizessem percursos mais longos”, afirmou Brian Hansen, do departamento de tráfego de Copenhague, ao The New York Times.
E sabe quanto custou esse projeto todo? Segundo o site da Cykelsupersti, os 300 quilômetros espalhados em 26 ‘rodovias’ custam apenas US$ 2,12 milhões de dólares! Barato e eficaz, não?
Veja no vídeo abaixo uma propaganda da ‘rodovia para bicicletas’ da Dinamarca:


Fonte: http://www.euvoudebike.com/2012/07/dinamarca-investe-em-rodovias-para-bicicletas/ - Acesso em 27/07/2012

Entrevista com Irene Rios, Educadora de Trânsito

PUBLICADA QUINTA, 26 DE JULHO DE 2012, 14:27 POR JOÃO EDUARDO MELO

( por Renata toscano ) 
Irene Rios é graduada em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa pela UFSC, Especialista em Ambiente , Gestão e Segurança de Trânsito pela Universidade  Estácio de Sá, Especialista em Metodologia de Ensino pela UNISUL, Professora Universitária das disciplinas de Educação de Trânsito pelo CESUMAR – EAD. Desenvolveu campanhas Educativas de Trânsito e Educação no Trânsito pela UNIVALI, Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes pelo CEAT, autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito.

1.    Por que você escolheu trabalhar com o trânsito? Como se deu tal escolha?
O que me motivou a dedicar-me a educação para o trânsito foi a morte de um irmão, em 2004, causada pela violência viária. Na época estava com 34 anos e era policial militar. Retornava do dentista com sua moto, em uma pista em obras, quando se envolveu em uma violência viária com um ônibus., até hoje não sabemos quem foi o culpado. Resolvi que sua morte não deveria ser em vão e escrevi o livro “Transitando com Segurança”, contendo 15 paródias educativas e 4 histórias infantis. Procurei manter a memória de meu irmão viva nesta obra, inserindo-o como personagem das histórias. Após o lançamento do livro, surgiu a necessidade de outras publicações e de outras ações como: palestras, cursos, consultoria, em várias regiões brasileiras. Hoje, educar para o trânsito é minha profissão.
2.    Na sua opinião, como (qual meio) devemos tentar solucionar os grandes problemas enfrentados no trânsito em nosso país?
Acredito que a solução está na educação. Precisamos de rodovias conservadas e bem sinalizadas, mas também de indivíduos que respeitem a sinalização. É necessário mais atuação da fiscalização. É necessário a prática de uma fiscalização com educação.
3.    Por que educar para o trânsito?
Por trás das imprudências, causas visíveis, há causas invisíveis como: o desconhecimento das regras de trânsito, das práticas de direção defensiva, da utilidade dos equipamentos de segurança, a falta ou inversão de valores. São carências humanas que podem ser tratadas e o remédio capaz de proporcionar a cura definitiva é a EDUCAÇÃO. Por meio da educação podemos provocar a aprendizagem e a aquisição dos conhecimentos, podemos derrubar valores negativos e inserir os positivos, gerando a prática de atitudes corretas.
4.    Como você avalia as ações voltadas à educação para o trânsito no Brasil?
No Brasil, temos muito a fazer na área de educação para o trânsito, mas estamos caminhando. São necessárias, no entanto, mais ações e campanhas que atendam a todos os públicos, com continuidade e com qualidade.
5.    Quais são as dificuldades enfrentadas como educadora de trânsito?
Sinto que há muita falta de interesse. A educação para o trânsito precisa ser cobrada pelo poder público, nas esferas federais, estaduais e municipais, para que ela aconteça realmente. 
6.    Geralmente a população / sociedade não dá muito valor às campanhas e ações educativas voltadas ao trânsito, até que um dia são vítimas não fatais ou chegam a perder parentes ou amigos no trânsito e passam a se envolver e apoiar a causa. Como você avalia tal comportamento?
É lamentável que, para muitas pessoas, precise ser assim, que a sensibilidade e a motivação aprendizagem e a mudança de atitude ocorra a partir dos seus erros. O ideal é que haja aprendizagem motivadas pela responsabilidade, a partir da observação do que vem acontecendo com os outros.

Fonte:
http://www.transitoweb.com.br/news_stories/356-entrevista-com-irene-rios-educadora-de-tr-nsito - Acesso em 27/07/2012

Profissionais da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito compartilham experiências em Congresso Internacional

Os Guardas Municipais de São José, Adriano Colin, Ângela Welter, Morgana Pires e a professora Irene Rios - membros do setor de Educação para o Trânsito da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito do Município de São José - participaram do Congresso Internacional de Trânsito, que aconteceu entre os dias 17 e 19 de julho, no município de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
O Congresso com o tema “Ideias que salvam vidas”, realizado pelo DETRAN/RS, teve como principal objetivo a análise do primeiro ano da década de segurança no trânsito no Brasil e a disseminação de experiências internacionais na redução de acidentes. O Brasil tem como meta a redução de 50% da taxa de mortes no trânsito até 2020, sendo que atualmente morrem mais de 40 mil pessoas vítimas do trânsito por ano no país, conforme o Ministério da Saúde pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade.
“A participação no Congresso do setor de Educação para o Trânsito de São José foi de extrema importância, pois com ações para a redução da acidentalidade apresentadas pelos palestrantes, além dos resultados alcançados, foi possível vivenciar ideias inovadoras rumo a um trânsito mais seguro, podendo assim trazer essas ideias para o nosso município”, observou a Secretária de Segurança, Defesa Social e Trânsito, Ane Warmling.
O Congresso contou com palestrantes de vários municípios do Brasil e com palestrantes internacionais, como: o Presidente da Agência Nacional de Segurança Viária da Argentina, Felipe Rodrigues Languens; a Diretora Geral de Trânsito da Espanha, María Seguí Gómes; o Conselheiro Técnico da Europa Internacional para a Segurança Viária, Joel Valmain e a integrante do setor de Negócios Internacionais do Civipol, conselho pertencente ao Ministério do Interior da França,  Emilli Vasques, e a CEO da Transport Accident Commission da Austrália, Janet Dore.
SECRETARIA EXECUTIVA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

22 de jul. de 2012

Palestras sobre Educação e Segurança no Trânsito


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1. CAMPANHAS EDUCATIVAS PARA O TRÂNSITO: a percepção sensível de jovens e adultos.

Objetivo: 

- Refletir sobre a sensibilidade nas campanhas educativas para o tilintido e sobre os métodos de difusão e aplicação das campanhas de educação para o trânsito.

- Orientar sobre o planejamento, desenvolvimento, aplicação e avaliação de campanhas educativas para o trânsito.
Carga horária: 2 horas  

Público alvo:  público em geral..

2. Música e Trânsito: curiosidades, reflexões e educação.

Objetivos: Refletir sobre a influência da música na cultura e no comportamento humano no trânsito, propondo seu uso nas atividades de educação para a segurança viária.

3. Álcool e a Segurança no Trânsito

Objetivo: Sensibilizar os participantes sobre os efeitos do álcool no organismo, as consequências de sua mistura com a direção e a responsabilidade de cada um sobre a segurança no trânsito.

Carga horária: 2 horas  

Público alvo:  público em geral..  

4. Devagar!

Objetivo: Refletir sobre a pressa, a velocidade e a falta de sensibilidade no dia-a-dia das pessoas e suas consequências no trânsito.

Carga horária: 2 horas  

Público alvo: Professores, pais, agentes e gestores de trânsito, motoristas e demais interessados.  

5. "Juntos podemos salvar milhões de vidas!" 

Objetivo: Esclarecer aos participantes as conseqüências e as causas da violência no trânsito, alertando-os sobre a responsabilidade de cada um na prevenção dessa violência.  

Carga horária: 2 horas  

Público alvo: Professores, pais, agentes e gestores de trânsito, motoristas e demais interessados.  

6. Trânsito! Fala sério...

Objetivo: Motivar jovens e adolescentes a refletir sobre as condutas corretas para a promoção de um trânsito seguro, possibilitando a aprendizagem sobre o tema.

Carga horária: 2 horas  

Público alvo: Jovens, adolescentes e demais interessados.

7. Educação para o Trânsito baseada em valores

Objetivo: Conscientizar os participantes sobre a importância da prática de valores positivos para a segurança no trânsito.  

Carga horária: 2 horas

Público alvo: Professores, pais, agentes e gestores de trânsito, motoristas e demais interessados.  

8. Educação para o Trânsito nas Escolas

Objetivo: Proporcionar ferramentas aos educadores a fim de sensibilizá-los sobre a necessidade e a possibilidade de adoção de medidas preventivas, junto aos alunos, de maneira sistemática e transversal, principalmente no tocante à mudança de atitude, e com isso, contribuir para a segurança e paz no trânsito.  

Carga horária: 2 horas  

Público alvo: Professores, diretores, coordenadores da rede de ensino, agentes, gestores de trânsito e demais interessados.

9. Cinto de Segurança e Cadeirinha

Objetivo: Orientar sobre a finalidade e importância do uso do cinto de segurança e da cadeirinha pelos ocupantes dos veículos, incentivando seu uso correto.  

Carga horária: 2 horas  

Público alvo: Professores, pais, agentes e gestores de trânsito, motoristas e demais interessados.  

Veja como foram as palestras realizadas nas cidades de:
Palestrante
Irene Rios, Mestra em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora Universitária e Autora de artigos e livros sobre Educação para o Trânsito.
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0363235000015600

Solicite um Orçamento!

EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais Ltda. Me. 

Você joga lixo da janela do carro?

Estudo revela o ranking de objetos mais atirados e das desculpas dos motoristas

  • Texto: Adriana Bernardino Sharada



  • Fotos: Paula Korosue



Ruas sujas, bueiros e esgotos entupidos, trânsito, risco de ferir pedestres, ciclistas, motociclistas e outros motoristas, além de multa e pontos na CNH. Estas são algumas consequências do péssimo hábito de atirar lixo pela janela do carro. Ainda assim, muitos motoristas insistem, inclusive nos países de primeiro mundo. 

Pesquisa realizada na Inglaterra pela Green Flag em maio do ano passado revelou que cerca de 9 milhões de motoristas jogaram lixo nas vias públicas. Embora o Brasil não tenha estudos como este, a coisa aqui não é muito diferente. 

Os objetos mais atirados pelos lambões são pontas de cigarro, alimentos, embalagens de alimentos, garrafas e latas, e até tecidos.  

Pontas de cigarro29 milhões
Alimentos17,4 milhões
Embalagens11,8 milhões
Garrafas e latas6,2 milhões
Tecidos5,2 milhões


Por que jogar lixo pela janela do carro?

A pesquisa revelou também as desculpas usadas pelos motoristas que costumam fazer as ruas de lixeira: 27%, evitar o mau-cheiro dentro do veículo; 22%, livrar-se da bagunça; 17%, preguiça de encontrar uma lixeira; e 16% põem a culpa no tráfego, que os impediria de parar o carro para jogar o lixo no lixo.

As estatísticas ficam mais assustadoras quando se leva em conta o tempo de decomposição dos objetos mais atirados: pontas de cigarro, de um a cinco anos; frutas, de dois a 12 meses; chiclete, cinco anos; plásticos, de 100 a 450 anos; alumínio, de 200 a 400 anos; vidro, 4 mil anos; metal, cerca de 100 anos.

Punição

Tanto na Inglaterra quanto no Brasil, atirar lixo para fora do carro é infração sujeita à multa. Lá, o mau exemplo pode custar a partir de 80 libras (cerca de R$ 250). Aqui, de acordo com a lei de número 5231 do Código de Trânsito Brasileiro, é infração média, soma 4 pontos na CNH mais R$ 85,13. Lá e cá, entretanto, a punição praticamente inexiste devido à dificuldade de apanhar os infratores.

E você, o que acha que pode ser feito para evitar que motoristas joguem lixo para fora do carro?