29 de jul. de 2016
PARÓDIA - Bebida e Direção: "Tô" fora
VALE MUITO ler, ouvir, compartilhar e usar em atividades educativas esta
paródia, de Dilermando Batista de Lucena - João Pessoa/PB - 1ª lugar no
XIV Prêmio Denatran (2015) - Categoria: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.
O áudio está disponível em http://www.denatran.gov.br/…/XIV…/premio_resultado_final.htm
O áudio está disponível em http://www.denatran.gov.br/…/XIV…/premio_resultado_final.htm
24 de jul. de 2016
A transversalidade da educação para o trânsito, nas escolas, tem atingido seus objetivos?
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Professora: Eliza Costa Pacheco
|
Proponho, com este texto, refletir sobre o trânsito como tema transversal
na escola. Tenho desenvolvido este assunto em consultoria, em cursos de
formação para professores multiplicadores de educação para o trânsito, em
palestras e em outros treinamentos que buscam aperfeiçoar os conhecimentos de
profissionais que atuam na área de educação para o trânsito.
Os temas transversais,
propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, são: ética, cidadania, meio
ambiente, pluralidade cultural, saúde, orientação sexual e social, trabalho, consumo e temas locais. Os critérios de
escolha foram: urgência social, abrangência nacional, possibilidade de ensino e aprendizagem no ensino fundamental, favorecer a compreensão
da realidade e a participação social, e devem ser trabalhados nas unidades escolares, no intuito de expressar
conceitos e valores, indispensáveis a uma sociedade organizada.
Por tratarem de
questões sociais, os Temas Transversais têm natureza diferente das áreas
convencionais. Sua complexidade faz com que nenhuma das áreas, isoladamente,
seja suficiente para abordá-los. Ao contrário, a problemática dos Temas
Transversais atravessa os diferentes campos do conhecimento. Por exemplo, a
questão ambiental não é compreensível apenas a partir das contribuições da
Geografia. Necessita de conhecimentos históricos, das Ciências Naturais, da
Sociologia, da Demografia, da Economia, entre outros. (BRASIL, 1997, p.29)
O trânsito
está inserido na vida das pessoas, faz parte da organização da sociedade e por
isso precisa ser trabalhado nas escolas. A questão do trânsito é considerada
como tema local nos documentos dos Parâmetros Curriculares Nacionais, ou seja,
deve ser trabalhado em regiões brasileiras onde o trânsito constitui um
problema social grave e urgente.
Sabe-se, no
entanto que a necessidade de um trânsito seguro transcorre por todo o
território brasileiro, pois mesmo aquele que só vai à cidade de vez em quando,
precisa transitar com segurança.
As escolas têm por obrigação, além de
construir o conhecimento sobre os conteúdos curriculares, educar os indivíduos
para serem cidadãos ativos capazes de conhecer e praticar seus direitos e
deveres com responsabilidades.
A perspectiva
transversal aponta uma transformação da prática pedagógica, pois rompe a
limitação da atuação dos professores às atividades formais e amplia a sua
responsabilidade com a sua formação dos alunos. Os Temas Transversais permeiam
necessariamente toda a prática educativa que abarca relações entre os alunos,
entre professores e alunos e entre diferentes membros da comunidade escolar.
(BRASIL, 1997, p. 30)
A escola,
sozinha, não muda a sociedade, isso é certo, mas se possibilitar e promover aos
indivíduos a reflexão sobre suas atitudes na vida cotidiana da comunidade a
qual está inserida se fortalecerá e será vista como espaço de transformação
para a construção de um mundo melhor.
A colaboração dos
educadores à educação para o trânsito é imprescindível. Eles estão boa parte do
tempo com as crianças e com os adolescentes e podem realizar um ótimo
trabalho.
Em 2009, reforçando o indicativo dos Parâmetros Curriculares Nacionais,
foi publicado pelo Denatran, através da portaria 147, as Diretrizes Nacionais
da Educação para o Trânsito, cujo texto estabelece que o trânsito deve ser
trabalhado de maneira transversal na Pré-escola e no Ensino Fundamental. No
anexo II das Diretrizes (destinada ao Ensino Fundamental), consta que:
A inclusão do trânsito como tema transversal tem como
objetivos:
I - priorizar a educação para a paz a partir de
exemplos positivos que reflitam o exercício da ética e da cidadania no espaço
público;
II - desenvolver posturas e atitudes para a construção
de um espaço público democrático e equitativo, por meio do trabalho sistemático
e contínuo, durante toda a escolaridade, favorecendo o aprofundamento de
questões relacionadas ao tema trânsito;
III - superar o enfoque reducionista de que ações
educativas voltadas ao tema trânsito sejam apenas para preparar o futuro
condutor;
IV - envolver a família e a comunidade nas ações
educativas de trânsito desenvolvidas;
VI - contribuir para mudança do quadro de violência no
trânsito brasileiro que hoje se apresenta;
VII - criar condições que favoreçam a observação e a
exploração da cidade, a fim de que os alunos percebam-se como agentes
transformadores do espaço onde vivem. (BRASIL,
2009, anexo II, p. 2)
Os objetivos são bastante abrangentes e
envolvem a comunidade escolar e a sociedade em busca da diminuição da violência
viária por meio de atitudes positivas, seguras e éticas no trânsito, desde a
infância.
A transversalidade pode
ser a solução para a aplicação do tema trânsito nas escolas, pois as aulas
serão ministradas pelos professores da grade curricular, ou seja, por
profissionais que possuem a didática para trabalhar com crianças e
adolescentes.
Além disso, proporciona
um trabalho com continuidade, pois o trânsito pode ser abordado em vários
momentos durante o ano letivo (Recomendo que seja quinzenalmente, variando as
disciplinas). Enfatizo que é importante que a educação para o trânsito seja
permanente, não basta dar aulas ou palestras esporádicas de boas condutas no
trânsito, pois, por melhor que seja a atividade, mesmo que tenhamos conseguido
um bom índice de aprendizagem, se não falarmos mais no assunto, surgirão outros
interesses aos participantes e os conhecimentos adquiridos naquela aula ou
palestra poderão desaparecer.
Cabe salientar ainda que para abordar a
segurança no trânsito de maneira transversal, os professores não precisam
interromper os conteúdos curriculares e podem fazer isso em vários momentos,
contextualizando com os conteúdos que estão sendo ensinado aos estudantes.
Vejam o exemplo a seguir:
“Responda: No condomínio de
Pedrinho 32 moradores iam sozinhos de automóvel para o trabalho. Resolveram dar
carona uns para os outros, colocando quatro pessoas em cada carro. Quantos
automóveis foram necessários para levar os 32 moradores do condomínio de
Pedrinho para o trabalho? Houve a diminuição de quantos carros nas ruas? ”
Esta atividade pode ser
aplicada na disciplina de matemática, pois envolve os conteúdos curriculares
correspondentes a divisão e a subtração de números naturais. É uma atividade
que deixa uma mensagem ética sobre a responsabilidade de cada um para a
diminuição de veículos nas ruas, incentivando a carona entre amigos.
Refletindo, ainda,
sobre a questão proposta: “A
transversalidade da educação para o trânsito tem atingido seus objetivos? ”, com
base em minhas experiências, enquanto professora em vários níveis de ensino e
instrutora de cursos de capacitação de professores e profissionais que atuam na
área de educação para o trânsito, percebo que há uma “falta de interesse dos
professores” relacionada à implementação do trânsito como tema transversal nas
escolas. Os motivos para esse desinteresse podem ser vários. Destaco aqui os
que considero como principais.
Um deles talvez seja a falta de cobrança sobre o que está estabelecido no
artigo 76 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB: “A educação para o trânsito será promovida na
pré-escola e nas escolas de 1º, 2º e 3º graus” (BRASIL, 1997). Além de não haver fiscalização sobre a
cumprimento da lei, o texto do artigo citado deixa em aberto a data para o
início deste trabalho educativo. E como, provavelmente, o professor possui
diversos assuntos para abordar com os estudantes, dos quais precisa prestar
contas, deixa o trânsito (que não é cobrado) para depois.
Outra causa do desinteresse dos professores em trabalhar
o trânsito pode ser a falta de sensibilidade com relação à segurança no
trânsito. Sobre sensibilidade, convido-os a refletir a respeito do seguinte
argumento de Fernando Pessoa:
Quanto mais alta a sensibilidade, e mais
sutil a capacidade de sentir, tanto mais absurdamente vibra e estremece com as
pequenas coisas. É preciso uma prodigiosa inteligência para ter angústia ante
um dia escuro. A humanidade, que é pouco sensível, não se angustia com o tempo,
porque faz sempre tempo; não sente a chuva senão quando lhe cai em cima. (PESSOA, 1986)
Fernando Pessoa esclarece que um indivíduo sensível
tem maior capacidade de perceber as pequenas coisas e que a falta de
sensibilidade faz a humanidade ficar alheia aos acontecimentos - “[...] não sente a chuva senão
quando lhe cai em cima” (PESSOA, 1986,
p. 80). Esses argumentos possibilitam uma analogia com o
cotidiano no trânsito. Podemos insinuar que pessoas insensíveis não se comovem com a violência viária, porque
todo dia há violência viária, e que, provavelmente, a dor pela perda no
trânsito é somente sentida quando essas pessoas estão envolvidas.
É
importante que o professor sinta que também é responsável pela segurança
viária. É essencial que os educadores tenham conhecimento sobre a necessidade
da educação para a segurança no trânsito desde a infância.
Porém, talvez o desinteresse do professor pela educação para o trânsito
seja porque associam com o ato de dirigir, ou com a legislação. É possível que
“educar para o trânsito" seja interpretado por alguns educadores como “ensinar
a dirigir veículo automotor”, ou “ensinar a legislação de trânsito”, e aí se
consideram despreparados para realizar tal tarefa.
Considero também, como dificuldade para um trabalho transversal e
contínuo do tema trânsito, a falta de materiais didáticos de apoio. Penso que é
muito otimismo acreditar que aquela professora, que possui uma carga horária de
40 horas semanais de trabalho, filhos pequenos e marido para dar atenção, irá
elaborar atividades transversais de educação para o trânsito.
Para resolver isso basta distribuir materiais didáticos
nas escolas (Só que não). Se os materiais didáticos que oferecermos não forem
adequados ao plano de ensino da disciplina, será que o professor vai usar?
Por exemplo: na sequência do "Manual de educação para o trânsito" consta
uma atividade transversal, para a disciplina de ciências naturais, que envolve
os conteúdos coluna cervical e cinto de segurança. O professor está trabalhando
em ciências naturais, o conteúdo plantas. Será que ele vai interromper seu
plano de ensino para seguir a sequência do "Manual de educação para o trânsito"?
Até o momento, refletimos sobre algumas dificuldades para
a implementação do trânsito como tema transversal na escola. É essencial
discorrer também sobre algumas ações possíveis que, no meu ponto de vista,
precisam ser adotadas para que a transversalidade da educação para o trânsito
nas escolas atinja seus objetivos.
Uma das ações é cobrar e acompanhar o cumprimento do artigo 76 do Código
de Trânsito Brasileiro, sobre a obrigatoriedade da educação para o trânsito no
Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior, bem como indicar
metodologias para o desenvolvimento de um trabalho com qualidade.
Outra ação imprescindível é a oferta de cursos de
capacitação para professores. Nestes cursos é preciso sensibilizá-los, ou seja,
convencê-los da importância da educação para o trânsito já na infância. É
necessário também orientar os professores sobre como desenvolver o tema em suas
aulas, indicando conteúdos e metodologias adequados aos diversos níveis de
ensino.
É
recomendável que, antes da escolha dos conteúdos a serem ensinados aos
estudantes, seja realizada uma investigação a fim de verificar a percepção que
eles apresentam sobre os riscos no trânsito. Como regra geral, é importante
instruir os estudantes a respeitar as leis de trânsito e a possuir atitudes que
priorizem a segurança nas vias. É essencial também construir junto aos
estudantes valores positivos, como respeito ao próximo, autonomia, preservação
da vida, entre outros, para que no futuro venham a ser condutores conscientes
de seus direitos e deveres.
É importante ainda proporcionar aos educadores materiais
didáticos de educação para o trânsito, criativos, com atividades transversais
adequadas ao nível dos alunos, desenvolvidas em conformidade com o planejamento
escolar.
Para que não pensem que isso é uma utopia, que sou uma
sonhadora (na verdade sou uma eterna sonhadora), indico um caminho que pode
facilitar a efetivação dessa ideia. Recomendo a inserção de atividades
contextualizadas com o trânsito nos livros didáticos, correspondentes às
disciplinas curriculares, adotados nas escolas públicas e privadas, em pelo
menos três momentos em cada livro.
Para que o trânsito como tema transversal seja trabalhado
com continuidade e qualidade nas escolas é necessário assessoria aos
professores durante o processo de ensino e aprendizagem, a fim de acompanhar e
orientar o desenvolvimento das atividades.
Concluindo, é essencial avaliar o processo educativo em todas as etapas, a fim de verificar a percepção e reação dos professores e estudantes, para possíveis
adaptações. Sendo assim, provavelmente os objetivos da transversalidade da educação para o trânsito nas escolas serão atingidos e teremos a segurança e fluidez
viária como consequência.
Referências
BRASIL. Código de Trânsito Brasileiro. 1997. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/ctb.htm. Acesso em: 15 jul. 2016.
________. Departamento Nacional de Trânsito. Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito na Pré-Escola. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/download/Portarias/2009/PORTARIA_DENATRAN_147_09_ANEXO_I_DIRETRIZES_PRE_ESCOLA.pdf. Acesso em: 15 de jul. de 2016.
_______. Departamento Nacional de Trânsito. Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito no Ensino Fundamental. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/download/Portarias/2009/PORTARIA_DENATRAN_147_09_ANEXO_II_DIRETRIZES_EF.pdf. Acesso em: 15 de jul. de 2016.
______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego. Por Bernardo Soares. Seleção e introdução de Leyla Perrony Moysés. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.
BRASIL. Código de Trânsito Brasileiro. 1997. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/ctb.htm. Acesso em: 15 jul. 2016.
________. Departamento Nacional de Trânsito. Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito na Pré-Escola. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/download/Portarias/2009/PORTARIA_DENATRAN_147_09_ANEXO_I_DIRETRIZES_PRE_ESCOLA.pdf. Acesso em: 15 de jul. de 2016.
_______. Departamento Nacional de Trânsito. Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito no Ensino Fundamental. Disponível em: http://www.denatran.gov.br/download/Portarias/2009/PORTARIA_DENATRAN_147_09_ANEXO_II_DIRETRIZES_EF.pdf. Acesso em: 15 de jul. de 2016.
______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego. Por Bernardo Soares. Seleção e introdução de Leyla Perrony Moysés. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.
Mestra em Educação, com a pesquisa: CAMPANHAS EDUCATIVAS PARA O TRÂNSITO: a percepção sensível de jovens e adultos; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Graduada em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa; Consultora e co-autora do projeto “Gincana Cultural de Trânsito”, vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012 - na categoria "Educação no Trânsito - Projetos e Programas"; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária de disciplinas na área de Educação para o Trânsito; Autora de artigos e livros sobre Educação para o Trânsito.
Não tem mais desculpa que cole para quem está sem cinto
Tem
gente que dá inúmeras desculpas para não usar o cinto de segurança seja
como condutor ou passageiro. Esse tipo de postura é inaceitável depois
de tanto tempo. Embora a falta do uso do cinto não apareça nas
estatísticas como a causa dos acidentes, a verdade é que a falta do seu
uso provoca muitas mortes e lesões graves. Boa parte das indenizações
pagas pelo DPVAT por morte e invalidez não seriam necessárias caso todos
os passageiros e condutores de veículos utilizassem esse item de
segurança simples e genial.
A
função principal do cinto de segurança é proteger os ocupantes,
diminuindo as conseqüências dos acidentes. Em muitos casos, o cinto de
segurança impede que o ocupante se choque contra o volante, painel e
pára-brisa, ou ainda, que seja projetado para fora do veículo. Portanto,
o cinto de segurança é eficaz para reduzir as conseqüências de
acidentes não somente para o condutor do veículo, mas para todos os
ocupantes.
O
cinto pode contribuir também para evitar um acidente. Quando o condutor
é obrigado a fazer uma manobra radical, em função, por exemplo, de um
animal no meio da pista, como o cinto o mantém preso ao banco, ele tem
mais possibilidades de evitar um tombamento, saída de pista, colisão e
retomar o controle do veículo por estar usando o cinto.
Da
mesma forma, numa freada brusca para evitar uma colisão, quando um
passageiro está sem o cinto no banco de trás, ele será projetado para
frente, chocando-se com o corpo do condutor, muita vezes provocando um
acidente que seria evitado.
Há
inúmeras pesquisas sobre a importância do cinto de segurança que na
média revelam que o seu uso reduz em até 30% as conseqüências fatais em
acidentes. Conseqüências graves como traumatismos e perda de visão são
reduzidas em até 60% com o uso do cinto de segurança.
Apesar
da sua importância, ainda existem pessoas que não usam o cinto,
especialmente no banco de trás. Muitos motoristas profissionais também
são negligentes quanto ao seu uso. Por essa razão, quase todos os dias
encontramos no noticiário acidentes com caminhoneiros que são projetados
para fora do veículo num tombamento e perdem a vida esmagados pela
carroceria do caminhão que tomba sobre seus corpos.
Nos
ônibus rodoviários de linhas intermunicipais, estaduais e federais, os
motoristas costumam alertar os passageiros sobre a importância do uso do
cinto por todos os ocupantes. Infelizmente, menos de 10% dos
passageiros usam o cinto, apesar do noticiário já ter demonstrado
inúmeras vezes as consequências e as mortes causadas por passageiros que
estavam no ônibus sem cinto de segurança.
O
cinto de segurança já está disponível no Brasil há mais de 30 anos e
seu uso é obrigatório nacionalmente há quase 20 anos. Portanto, já está
na hora de aprendermos a lição. Ninguém pode alegar desconhecer a
obrigatoriedade do seu uso. Por isso, defendemos que as autoridades
fiscalizem e punam com o máximo rigor quem estiver sem cinto. A
legislação deveria prever ainda a possibilidade de multar o passageiro
sem cinto, afinal, é muito difícil para um motorista de ônibus controlar
os passageiros, assim como é complicado para o taxista.
O
que temos certeza é de quem não usa o cinto não dá o devido valor a
própria vida, portanto, é bem provável que também não seja responsável
com a vida dos demais.
Fonte: Viver seguro no trânsito
Disponível em: http://detran.ba.gov.br/web/ascom/materia/-/blogs/nao-tem-mais-desculpa-que-cole-para-quem-esta-sem-cinto;jsessionid=BAFB04F93339FA727DB4C667B407E491 - Acesso em 23/07/2016
1 de jul. de 2016
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